AFIR aproxima carregamento elétrico dos postos de combustível

| Revista ACP

Presidente da ERSE considera que novo regime de mobilidade elétrica aproxima setor do modelo existente com os postos de combustível.

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O presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), Pedro Verdelho, considera que o novo regime de mobilidade elétrica orienta o setor para “um modelo de organização muito semelhante ao dos postos de combustíveis”.

"O AFIR (Alternative Fuels Infrastructure Regulation) vem orientar para um modelo de organização muito semelhante ao dos postos de combustíveis, onde a concorrência é feita pelo que se designa o shopping ground", afirmou Pedro Verdelho durante uma audição parlamentar da Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, a propósito do novo regime jurídico, aprovado em 2025.

Para o presidente da ERSE, com o novo modelo, "os vários utilizadores de veículos elétricos, como se podem movimentar, escolhem os postos de carregamento mais favoráveis em termos de preços".

 

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No entanto, isso exige mais operadores, "exige capilaridade, exige opções, o que não era o que se passava no princípio".

"Também é expectável que no futuro (...) também possa haver concorrência em plataformas de itinerância, que possam aparecer outras plataformas de itinerância que podem contestar inclusivamente a plataforma pública", referiu o presidente da entidade reguladora, acrescentando que "este modelo cria grandes desafios" para a ERSE.

No anterior modelo, a ERSE “era relevante” porque tinha “uma plataforma de itinerância regulada”. 

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