6 combinações de risco entre medicamentos e alimentos

Como obter o melhor de dois mundos

Bons aliados do seu seguro de acidente e doença, os medicamentos ajudam a combater muitas doenças, mas sabia que alguns alimentos podem interferir com a sua eficácia? Por exemplo, os brócolos, couve-de-bruxelas, espinafres e couve podem interferir com a ação dos anticoagulantes e aumentar o risco de coagulação. Existem diversas interações entre medicamentos e alimentos que deve conhecer, de forma a não prejudicar o objetivo da sua terapêutica.

Acontece que, muitas vezes, a população sénior visita vários médicos que prescrevem, por sua vez, vários medicamentos. Embora saibamos que a idade não conta, com o envelhecimento, o corpo sofre mudanças fisiológicas que afetam a capacidade de absorção, distribuição, metabolismo e excreção de fármacos, bem como de alimentos. Como tal, há um maior risco de interações entre alimentos e medicamentos. Ajude o seu seguro a ajudá-lo, garantindo a eficácia dos seus tratamentos.

1. Vegetais de folhas verdes

A Varfarina é um fármaco anticoagulante que ajuda a tratar e a prevenir coágulos sanguíneos. A ingestão em excesso de determinados alimentos ricos em ricos em vitamina K, poderá diminuir a eficácia do anticoagulante. As maiores concentrações de vitamina K são encontradas em vegetais de folhas verdes, como a couve, os espinafres, o nabo, a couve-de-bruxelas, os brócolos, o cebolinho e os espargos. A solução não passa por eliminar estes produtos, mas consumi-los de forma equilibrada e em quantidades regulares.

2. Bebidas alcoólicas

A idade não conta e as bebidas alcoólicas... essas não têm idade. Mas podem aumentar ou prolongar os efeitos da insulina e de outros anti-diabéticos e, como tal, causar hipoglicemia (diminuição do açúcar no sangue). Com a aprovação do seu médico, e na ausência de outras condições de saúde, como pancreatite, triglicéridos elevados e neuropatia, os idosos com diabetes podem beber até dois copos de vinho por dia. Poderá reduzir o risco de hipoglicemia se os tomar às refeições.

3. Fibra e substitutos do sal

A Digoxina é utilizada para fortalecer a contração do músculo cardíaco, diminuir a frequência cardíaca e promover a eliminação de líquidos dos tecidos do corpo. A fibra dietética, especificamente a fibra insolúvel, pode retardar a absorção da Digoxina e diminuir a sua eficácia. Para o evitar, os idosos devem tomar Digoxina pelo menos uma hora antes ou duas horas depois de cada refeição. Por outro lado, o consumo de substitutos do sal pode também diminuir o efeito destes medicamentos. Isto sucede, porque estes substitutos contêm, muitas vezes, potássio em vez de sódio, o qual reduz o efeito da Digoxina. Lembre-se que uma consulta médica é a melhor forma de prevenção, por isso aproveite para discutir a utilização de substitutos do sal.

4. Laticínios

Os laticínios como o leite, iogurtes e queijo podem retardar ou impedir a absorção de antibióticos como as tetraciclinas e a ciprofloxacina. Isto porque o cálcio de alguns alimentos se liga aos antibióticos no estômago e intestino delgado, formando um composto insolúvel. Como tal, recomenda-se a toma deste tipo de antibióticos uma hora antes ou duas horas depois do consumo de laticínios.

5. Alimentos com tiramina

Medicamentos mais antigos, como os inibidores da monoamina oxidase são dos mais antigos antidepressivos ainda prescritos, embora com menor frequência. No entanto, os alimentos que contêm tiramina, como o chocolate, alguns vinhos tintos, cerveja de malte, peixe fumado, carne ou soja fermentada, queijos envelhecidos e frutos secos, podem causar uma crise hipertensiva ou uma elevação grave e perigosa da pressão arterial, pelo que deverão ser evitados aquando da toma destes medicamentos.

6. Dietas ricas em iodo

Dietas com alto teor de iodo são responsáveis por menores taxas de remissão do hipertireoidismo tratado farmacologicamente. Estes fármacos impedem a absorção de iodo no estômago. Uma dieta rica em iodo requer doses mais elevadas de medicamentos (o que aumenta a incidência de efeitos secundários). Assim, se está a fazer um destes tratamentos, evite alimentos com alto teor de iodo como os frutos do mar e as algas. O iodo também é encontrado no sal iodado e, em menor escala, nos ovos, na carne e nos laticínios.

Lembre-se que a prevenção de complicações é sempre o melhor remédio e que, mesmo com um seguro de acidente e doença, deverá fazer os possíveis para tirar o melhor partido das recomendações e prescrições do seu médico, evitando alimentos que possam reduzir a eficácia dos tratamentos.

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