Duas pessoas morreram e 20 pessoas ficaram feridas na sequência do despiste de um autocarro da Carris Metropolitana e atropelamento que ocorreu esta terça-feira, 7 de julho, na União de Freguesias de Agualva e Mira-Sintra.
“O acidente envolveu um autocarro de passageiros e várias pessoas que estavam junto à paragem. O autocarro despistou-se e colheu duas pessoas, duas vítimas mortais. (…). Temos confirmados 20 feridos. Isolámos a área. Várias corporações de bombeiros e psicólogos estão no local a assistir vítimas e familiares”, afirmou o comandante da divisão da PSP de Sintra, Francisco Alves, aos jornalistas no local.
De acordo com o comandante, as vítimas estão a ser encaminhadas para os Hospitais Amadora-Sintra e São Francisco Xavier, em Lisboa.
“As duas vitimas mortais estavam a aguardar pelo autocarro quando foram colhidas. O motorista do autocarro está a ser assistido no local”, disse.
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Francisco Alves disse ainda que a brigada de acidentes da PSP de Lisboa vai investigar as causas. “Neste momento, o importante é assistir as pessoas”, sublinhou, acrescentando que o trânsito está a circular, com exceção do túnel de acesso à estação de comboios, onde ocorreu o acidente.
Entretanto, o Instituto Nacional de Emergência e Médica (INEM) indicou que o acidente causou a morte a duas mulheres.
De acordo com o INEM, há 17 feridos ligeiros, todos adultos, 10 dos quais foram transportados ao Hospital Amadora-Sintra e sete para a Unidade Local de Saúde (ULS) Lisboa Ocidental.
Por seu lado, a ULS Amadora-Sintra confirmou que “recebeu sete feridos não críticos”, no Hospital Fernando Fonseca, dos quais “três foram classificados com prioridade amarela (urgente) e quatro com prioridade verde (pouco urgente), de acordo com o Sistema de Triagem de Manchester”.
“Os doentes admitidos estão a ser observados de acordo com a respetiva situação clínica, encontrando-se as equipas médicas, de enfermagem e restantes equipas de profissionais mobilizadas para prestar os cuidados de saúde necessários, de modo a ajudá-los a ultrapassar esta situação”, lê-se no comunicado.