Da eletrificação à F1: qual o futuro da Audi?

| Revista ACP

Entre o 'mea culpa' sobre a designação dos seus modelos e a aposta global na Fórmula 1, qual é o futuro da Audi? A diretora-geral para Portugal, Marília Santos, revela os planos da marca neste podcast.

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Marília Santos é a nova diretora-geral da Audi em Portugal, substituindo Nuno Mendonça, que assumiu outras funções dentro da SIVA|PHS, empresa responsável por importar veículos daVolkswagen, Audi, Skoda, Bentley, Lamborghini, Seat e Cupra para Portugal.

A nova líder nacional da marca de Ingolstadt era até há pouco tempo diretora de marca da Volkswagen. Com uma experiência de mais de duas décadas no setor automóvel, a gestora chega à Audi para impulsionar a marca num momento de transição, tanto do setor como da própria Audi.

Nesta entrevista, procuramos perceber quais os planos da Audi, sobretudo após admitir repensar designação dos modelos, e que objetivos Marília Santos vai ter de cumprir. 

A nova diretora-geral garantiu que não haverá qualquer transformação "estrutural", assumindo o desempenho, a inovação e a tencologia como o "ADN" da marca germânica. Futuro vai passar por uma "evolução", aliando 117 anos de história e tradição às "tendências da sociedade, hoje muito marcada no setor automóvel, pelas exigências de sustentabilidade".

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Por isso, Marília Santos garante que o futuro passa por um portefólio diversificado, com gama elétrica, híbrida e a combustão, e por escalar ainda mais a marca, mundialmente. 

Para cumprir esse objtivo de dar nova notoriedade à marca, a participação da Audi na Fórmula 1 vai ser fundamental. "Vai funcionar como um programa de marketing", afirma a gestora.

"Para além disso, será o laboratório onde vão ser testadas todas as novas tecnologias que depois vão acabar por estar acessíveis ao cliente e nos produtos que iremos lançar", conclui Marília Santos.


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