O automóvel clássico é um bom ativo financeiro, do ponto de vista do investimento, para criar retorno financeiro? Luís Cunha, diretor do ACP Clássicos, explica tudo neste podcast.
Não raras vezes o mercado dos automóveis colecionáveis regista momentos de grande valorização, o que significa que um automóvel clássico pode ser um ativo financeiro. No entanto importa saber, precisamente, como valoriza um veículo clássico.
O estado de conservação é crucial, uma vez que um carro mal preservado pode penalizar o seu valor de mercado. É também preciso saber que manutenção e restauro fazer, uma vez que um mau trabalho pode tranformar o investimento em prejuízo.
É importante saber que, como qualquer ativo, o mercado de clássicos é volátil no que respeita ao valor de mercado de cada modelo. Tudo depende da oferta e da procura.
Em todo o caso, o principal fator para o seu clássico valorizar é autenticidade - ter certificação é essencial para atestar qualidade e originalidade.
Por norma, marcas e modelos especifícos são mais valorizados. Veículos associados à história do desporto automóvel também tendem a valorizar mais.
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Para Luís Cunha há um fator que deve estar acima de todos: o investidor, ou propriatário do clássico, tem de gostar de automóveis.
"Há uma premissa que é a mais importante de todas. É preciso gostar, porque quem compra um automóvel clássico e não tenha grande interesse, é melhor dedicar-se a outra coisa. Não vai resultar, com certeza", afirma o diretor do ACP Clássicos.
Ouça o podcast para saber tudo.
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