McLaren reduz salários de forma transversal

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Com o impacto económico a afetar todas as áreas, a McLaren tomou medidas e reduziu salários.

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Com a principal fonte de rendimento da equipa em suspenso, que é como quem diz as corridas e, por isso, com os patrocinadores sem motivos (e talvez mesmo forma) para injetarem dinheiro, a McLaren decidiu tomar medidas de reduções de custos.

Boa parte dessa redução surgiu logo com o impedimento de deslocações entre países e o constante adiamento e cancelamento de Grandes Prémios, mas a escuderia britânica sentiu necessidade de ir mais longe.

Daí que a McLaren não só colocou parte do seu pessoal de licença, como se tornou na primeira equipa da categoria rainha a anunciar cortes nos salários, uma medida que é transversal e na qual os pilotos Carlos Sainz Jr. e Lando Norris, assim que tiveram conhecimento, quiseram ser incluídos.

“O Grupo McLaren vai colocar temporariamente vários funcionário de licença como parte de medidas mais amplas de redução de custos devido ao impacto do #Covid19 no seus negócios,” lia-se no comunicado divulgado pela marca. “Essas medidas centram-se na proteção de empregos a curto prazo para garantir que os nossos funcionário regressem ao trabalho à medida que a economia recuperar.”

A licença tem uma duração de dois meses, já os trabalhadores que não forem abrangidos pela mesma vão sofrer cortes salariais durante três meses. Uma medida que afeta todos os elementos, incluindo os quadros superiores.

Para já é apenas a primeira equipa a tomar este tipo de medidas, mas é um claro sinal que a pandemia está a afetar seriamente a economia e pode muito bem ser um exemplo a ser seguido por outras estruturas.

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