Hora de mudar de carro? 10 sinais de alerta

Os sinais de fim de vida não enganam. Conheça os mais importantes.

Por mais que se queira adiar, é inevitável: há sinais que mostram que um veículo chegou ao fim da sua vida útil e que é aconselhável não ignorar. É difícil o arranque? Escape deita fumo preto? Passa mais tempo na oficina do que na estrada? Se o seu carro tem cerca de dez anos ou mais e está a dar os sinais que se seguem, está na hora de trocar.

1. Ruídos estranhos de motor
Quer no arranque quer em funcionamento?

2. Temperatura do motor instável
Problemas crescentes de sobreaquecimento?

3. Perdas de líquido
Perdas frequentes no sistema de refrigeração?

4. Vibrações
Tanto no volante como nos pedais?

5. Ruídos e folgas na direção e transmissão
Mudanças de direção mais difíceis, o carro não segue bem em frente, necessidade de fazer mais força no pedal da embraiagem...?

6. Dificuldade crescente ao travar
Mais força necessária no pedal dos travões?

7. Problemas de suspensão
O sistema de amortecimento não absorve bem superfícies irregulares, com crescente instabilidade e solavancos?

8. Emissão de fumo preto pelo escape
O sintoma de que o motor queima demasiado combustível, com potenciais danos noutros componentes...

9. Pequenas avarias
Cada vez mais maior o número de pequenas reparações ou de problemas que vão ficando adiados?

10. Problemas de carroçaria
Ferrugem? Mau estado do habitáculo? Dificuldades de insonorização e isolamento?

Uma questão de segurança. E não só.

Avalie os prós e contras de continuar com um carro antigo e em más condições, porque a questão de fundo é a segurança. Na vizinha Espanha, em 2016, a idade média dos carros envolvidos em acidentes com vítimas é de 14 anos. A Direção Geral de Trânsito espanhola alerta que o risco de morte duplica com um veículo com mais de 7 anos e triplica entre os 10 e os 14 anos de idade.

Outros fatores concorrem também para a necessidade de mudar de carro: as preocupações ambientais (produção de emissões e consumo de combustível desajustados, bem como restrições à circulação nos centros urbanos), o investimento cada vez maior em manutenção e a dificuldade em conseguir determinadas peças.

Como definir o tempo de vida de um carro?

Definir a vida útil de um veículo não é tarefa exata, já que muitos outros fatores ajudam a reduzir ou prolongar a sua durabilidade. Os principais são a manutenção preventiva e corretiva, o estilo de condução e o clima. Qualquer carro durará mais se passar por todas as revisões estipuladas pelo fabricante, se for guiado suavemente e se ficar protegido numa garagem quando não circula.

Mas há cada vez mais critérios de qualidade e segurança na indústria automóvel. A concorrência no setor é elevada e os fabricantes esforçam-se por lançar no mercado veículos seguros, confiáveis e duráveis. Como forma de garantia dos padrões mínimos, os veículos estão sujeitos a testes de resistência de motor e carroçaria. As condições de fabrico exigem que os veículos tenham uma vida útil mínima e máxima, que pode variar dependendo das marcas e modelos, mas que permite desenhar uma janela tendencial.

Esses padrões de qualidade para o motor têm, em geral, um mínimo de 150.000 quilómetros e uma duração média de cerca de 250.000 quilómetros, dependendo do uso e da manutenção. Em relação a peças fixas, como peças de acabamento ou de plástico, e levando em conta que essas peças devem ser recicláveis, é estimável uma duração média de aproximadamente 10 anos. Da mesma forma, a qualidade da carroçaria é garantida por um mínimo de 10 anos, enquanto a instalação elétrica - e não os componentes elétricos - tem uma durabilidade ilimitada.

Que opções tenho?

Comprar um carro não é uma decisão imediata nem fácil, mas existem opções que diminuem o risco de desvalorização e que merecem atenção. Entre as diversas opções proporcionadas pelo ACP para aquisição de viaturas, destacamos o sistema de renting, que apresenta um conjunto de vantagens muito interessantes e condições exclusivas para sócios.

Conheça melhor o ACP Renting.

Saiba mais

scroll up