A Fiat volta a namorar com um francês

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Depois de falhadas as negociações com a Renault, o Grupo FCA (Fiat/Chrysler) regressa à mesa das conversações para uma fusão com o Grupo PSA (Peugeot/Citroën), avaliada em 50 mil milhões de euros. 

Cerca de quatro meses depois de ter retirado a proposta de fusão com a Renault, a FCA, detentora de marcas como Fiat, Alfa Romeo, Ferrari e Maserati, voltou a "namorar" um grupo francês, desta vez o PSA, que traz no seu portefólio nomes fortes como Peugeot, Citroën e Opel, para uma possível fusão, que, a confirmar-se, cria um dos maiores grupos do setor automóvel. As duas empresas confirmaram esta quarta-feira o início das rondas negociais.

A Fiat Chrysler (FCA), através de um comunicado, refere que “não tem mais nada a acrescentar” depois das primeiras notícias publicadas terça-feira no Wall Street Journal, que antecipou os contactos sobre a criação de um “gigante” do setor automóvel avaliado em mais de 50 mil milhões de euros.

O jornal, que citava fontes ligadas ao processo em curso, adiantava que as empresas estavam a negociar uma fusão e que a nova companhia, que pode resultar do processo, pode vir a partilhar o cargo com o presidente do conselho de administração, o atual executivo da Peugeot, Carlos Tavares e com o presidente da Fiat, John Elkann.

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