Nova gama Opel Astra está mais aerodinâmica e eficiente

|AUTOCLUBE

As evoluções introduzidas nesta gama do Astra colocam o compacto da Opel na linha da frente do segmento.

Opel Astra_1920

A Opel prepara-se para lançar uma nova gama Astra que estabelece novas referências em eficiência e em baixas emissões graças a aerodinâmica apurada e a uma nova linha de motores e transmissões. Por comparação com o anterior modelo, as emissões de CO2 baixam 19 por cento, o que coloca o Astra na linha da frente do segmento. A marca dá continuidade a esta estratégia ao equipar o seu modelo compacto com uma nova geração de modernas motorizações a gasolina e a gasóleo.

A evolução do Opel Astra no capítulo da aerodinâmica foi obtida com variadas medidas, nomeadamente a inclusão de carenagem no compartimento do motor, braços da suspensão traseira com formato defletor e uma cortina integral na grelha dianteira. As secções superior e inferior da grelha do Astra abrem e fecham automaticamente, de forma independente, conseguindo, assim, otimizar o fluxo de ar. O trabalho realizado sob o automóvel destinou-se, sobretudo, a minimizar a turbulência.

Os novos blocos 1.2 e 1.5 de três cilindros apresentam potências que vão de 105 a 145 cv e tornam ambos os Astra de cinco portas e ‘station wagon’ Sports Tourer em recordistas de baixos consumos de combustível e de baixas emissões de CO2 (NEDC1: ciclo urbano 6,1-4,5 l/100 km, extraurbano 4,0-3,1 l/100 km, misto 4,8-3,6 l/100 km, 115-96 g/km CO2; WLTP2 misto: 5,9-4,4, 139-117 g/km CO2; dados preliminares).

Estes novos motores de três cilindros, construídos em alumínio, destacam-se também pelo funcionamento suave. A ausência de vibrações deve-se, em boa parte, a um veio de equilíbrio que gira em rotação oposta à da cambota. A versão de base surge com caixa manual de seis velocidades. Em opção, o Astra pode ser equipado com caixa automática de nove velocidades.

Os compactos motores a gasolina, com três cilindros, têm cilindradas de 1,2 e 1,4 litros. Com débitos de potência que vão de 110 a 145 cv, e valores de binário máximo de 195 a 236 Nm, alcançam um excelente equilíbrio entre ‘performance’ e eficiência. O Astra 1.2 Turbo surge com caixa manual de seis velocidades enquanto o 1.4 Turbo está disponível exclusivamente com a nova caixa de variação contínua de sete velocidades. Com esta transmissão CVT os condutores podem utilizar o modo automático ou efetuar as mudanças através da alavanca.

O novo bloco 1.5 turbodiesel de três cilindros apresenta-se em versões de 105 e 122 cv, com binários máximos de 260 Nm e 300 Nm, respetivamente. O sistema de injeção de combustível ‘common rail’ consegue funcionar a pressões até 2000 bar.

O Opel Astra oferece uma longa lista de tecnologias avançadas e de sistemas de assistência à condução que não têm rival no segmento. À cabeça dessa lista estão os faróis de matriz de LED IntelliLux, a que se acrescentam dispositivos sofisticados como o programador de velocidade adaptativo, indicador de distância para o veículo da frente, alerta de colisão dianteira iminente com travagem automática de emergência, reconhecimento de sinais de trânsito e sistema ativo de manutenção de faixa, para nomear apenas alguns. Igualmente disponíveis estão os bancos ergonómicos certificados pela AGR, com ventilação e função de massagem. O Astra conta agora com uma nova câmara dianteira de alta definição, bem como uma nova câmara traseira.

Em opção está disponível a função E-Call de chamada de emergência. Em caso de necessidade, o auxílio está à distância de uma simples pressão num botão vermelho. Num acidente, se os tensores dos cintos ou ‘airbags’ são despoletados, o sistema efetua automaticamente a ligação. A nova série Opel Astra poderá ser encomendada dentro de poucas semanas. As primeiras unidades ficam disponíveis em novembro.

Autoclube Jornal

scroll up