Viseu

Terras de Viriato

Viseu está indubitavelmente ligada a Viriato, guerreiro que liderou os Lusitanos entre 147 e 139 A.C. Com capacidades excecionais de liderança e resistência, venceu os exércitos romanos e só a traição de aliados permitiu que fosse vencido. Segundo os romanos, os ditos Lusitanos terão vivido numa região muito ampla que abrangeria a Beira, o Nordeste Alentejano e a Estremadura espanhola. Em qualquer destes sítios Viriato poderia ter nascido.

No entanto, a sua atuação, liderança e agregação de esforços, deram o resultado esperado e deram também azo a muitas obras literárias baseadas nas suas aventuras, desde o séc. XVII.

Mas nem só de Viriato é feita a História de Viseu – outros povos depois dos romanos, por ali passaram – Suevos, Godos e Muçulmanos.

Em pleno séc. V, Viseu tinha já os seus bispos, embora subordinados a Braga. Mas, com a chegada dos Muçulmanos, a consequente derrocada dos visigodos e a inevitável violência, os bispos refugiaram-se nas Astúrias.

Só já no início do séc. XI um rei de Leão venceu os infiéis e libertou Viseu, de tal maneira desmantelada que só 100 anos depois, durante os quais foi governada pelos bispos de Coimbra, a diocese passou a ter os seus próprios bispos e uma organização própria, devida maioritariamente a S. Teotónio, patrono da cidade.

  • Onde?

    Pode dizer-se que Viseu se encontra numa posição central, considerada a região centro-norte – a meio caminho entre a costa e a linha de fronteira, servida por duas auto estradas próximas, que nas suas imediação se cruzam e que levam ao eixo norte sul constituído pela A1 e também à rede espanhola. Do distrito a que Viseu dá o nome, faz parte a região de Dão Lafões, famosa pelos Vinhos do Dão e pela produção da vitela de Lafões, de raça arouquesa e mirandesa. Estes animais, de carne extremamente saborosa, adaptaram-se ao microclima das Serras de Caramulo e da Gralheira e alimentam-se basicamente de giesta, tojo, rosmaninho e carqueja.

    Viseu -Pç. da República (Rossio)

  • O quê?

    A origem de Viseu data da época castreja mas, foi com a ocupação romana que a cidade floresceu, muito devido às estradas que os romanos construíram e ali se cruzavam, com os seus marcos miliários e as suas inscrições – um deles pode ser encontrado na Rua do Arco. Talvez a orientação destas estradas tenha algo a ver com a estrutura defensiva designada por Cava do Viriato, com 2 km de perímetro.
    Toda a região, Viseu frequente residência de reis e nobres, em particular, foi palco de lutas intermináveis, de tal modo que mesmo os romanos construíram uma muralha defensiva.
    As lutas continuaram – enquanto o país era somente o Condado Portucalense, durante a reconquista, durante a crise de 1383/85 – altura em que foi construída nova muralha de que hoje restam duas portas, a dos Cavaleiros e a do Soar.
    Os restos da muralha romana foram descobertos aquando de obras de conservação da Rua Formosa, em 2004, e estão patentes a quem passe nessa rua, debaixo de placas de vidro que tornam patentes a todos aquelas preciosidades históricas.

    Viseu-restos da muralha romana        Viseu -Rua Formosa e Ruínas

     

  • Património a descobrir

    Viseu
    - Muralha Romana
    –a muralha romana, do séc. IV é o vestígio mais representativo da ocupação romana da cidade. Terá sido construída no ano 350 a imponent4e muralha, com 4m de largura e cerca de 9 de altura. Tinha ainda uma série de torreões semicirculares maciços e adossados. Teria, também, 4 portas, nos eixos cardiais e foi construída para defender a cidade das invasões bárbaras. A cidade terá tido uma outra muralha antes, no séc. I. De facto, como única defesa da cidade, acabou por ir sendo destruída por uma série de povos – suevos, visigodos, muçulmanos e castelhanos – durante cerca de 900 anos, até que foi construída a dita muralha Afonsina, no séc. XV.

    Viseu - Muralha romana

    Rua Formosa – placas de vidro no chão permitem ver, por baixo, pedaços da muralha romana, descobertos quando foram feitas obras de conservação da via, em 2004.

    Viseu - Ria Formosa

    - Cava do Viriato – pode dizer-se que é uma obra de engenharia, extraordinária, dos séc. IX-X e que ainda hoje é conservada, a mais significativa da Península Ibérica. Esta construção foi efetuada com um determinado fim militar, não se sabendo quem terá tido a iniciativa de a realizar. Tanto quanto se sabe, a associação desta construção a Viriato é lendária.
    A Cava de Viriato é um monumento de planta octogonal, com 32 há de área, sendo constituído por oito taludes, em terra, com 250 m de comprimento cada, todos associados a fossos de água, com 16 m de largura e 4m de profundidade.
    Teria sido como que uma “cidade-acampamento, muçulmana, ligada às campanhas militares do general muçulmano Almançor? ou, antes:
    -corresponderia à ideia, dos cristãos, de trasladar para aqui a cidade de Viseu, arruinada e destruída, no
     tempo da reconquista?
    Ainda hoje subsistem dúvidas sobre o porquê deste monumento e quem terá tido a ideia… só que parece que não terá nada a ver com Viriato.

    Viseu - Cava do Viriato

    - Estátua de Viriato – embora hoje se saiba que não é assim, Viriato foi sendo associado à Cava, desde o séc,. XVII e, por força dessa associação, Viseu foi sendo relacionada com Viriato e sendo habitual dizer-se “terra de Viriato” ou “cidade de Viriato”. Como tal, a comunidade local decidiu construir uma estátua a Viriato, que ficou concluída.

    Viseu - Estátua de Viriato-pormenor

    - Muralhas Afonsinas
    – após a queda do Império Romano, no séc. V, e a consequente destruição da muralha romana, Viseu passou a estar desprotegida, vulnerável às constantes investidas, situação que se prolongou até ao séc. XV.
    No entretanto, Portugal atravessou a época crítica de 1383-1385, com as constantes incursões de Castela, que também afetaram Viseu. A cidade, leal ao Mestre de Avis, futuro D. João I, decidiu empreender a construção de uma muralha à volta da cidade, para sua defesa.
    As obras só terminaram no reinado de D. Afonso V, daí o nome de Muralha Afonsina. Da original. Com sete portas só estão visíveis as dos Cavaleiros, a sul e a do Soar, a norte

    Viseu - Porta dos Cavaleiros

    - Forum Romano – estava localizado próximo do local onde é hoje a Sé. Dele restam poucos vestígios, como colunas, epígrafes e silhares almofadados. Na época em que os Romanos governavam Viseu, o adro da Sé seria o local onde funcionava o centro político, religioso e comercial da cidade havendo um templo no local onde hoje está instalado o Museu Grão Vasco.

    Viseu - Forum Romano - coluna

    - Ínsula Romana da Rua da Prebenda
    – nesta rua foram encontrados os vestígios que melhor caracterizaram a vivência cosmopolita da cidade de Veseum – foi achado um bairro de casas com mais de um piso, as chamadas “insulae”, com lojas no piso térreo, abertas para a rua. Nesta insula, da Rua da Prebenda, foram descobertos vários fragmentos de utensílios que mostravam existir contactos com o sul da Península Ibérica. Aqui foi também descoberto um pavimento de tijolos cerâmicos em forma de losangos.

    Viseu - Ruínas Romanas

    - Ruínas Arqueológicas da Praça D. Duarte
    - foram descobertas, nas escavações efetuadas nesta praça os restos de um edifício, provavelmente religioso, erigido nos séc. VI. O edifício tem três absides, está construído sobre uma estrutura normalmente usada pelos romanos e os vestígios dos materiais usados dizem que seriam os normalmente usados entre os séc I e IV. O piso era um tipo de argamassa e as paredes tinham definitivamente sido pintadas. Nas proximidades das ruínas foram encontradas quatro sepulturas dos séc. X e XI.

    - Alcácer de Viseu – um dos povos que invadiu Portugal e Viseu também, foi o muçulmano, à volta do séc. VIII. Ocupada Viseu, terá sido edificada uma fortificação, no séc. X, designada Alcácer, para a residência do governador – era quadrangular, com torres nos ângulos. Resta um pequeno troço, no alçado sul da catedral, virado para a Praça D. Duarte.

    Viseu - restos do antigo Alcácer

    - Castelo de Viseu – do castelo de Viseu, cuja primeira referência que a ele aparece é em 1123, resta a torre de menagem, virada para a Praça D. Duarte. O castelo estava localizado na colina da Sé e integrava a catedral e o paço, aparentemente um conjunto inexpugnável. No entanto, as Guerras Fernandinas provocaram a destruição de quase todo o castelo.

    Viseu - Restos do Castelo

    - Judiaria – desde o séc. XIII que está documentada a presença dos Judeus na cidade de Viseu, embora tenha ido instalar-se na periferia, por volta do séc. XIV. No entanto, a comunidade judaica foi crescendo e, no séc. seguinte, já estava instalada no centro da cidade, na zona delimitada, hoje, pelas ruas da Srª da Piedade e Senhora da Boa Morte. Com o decreto régio de D. Manuel I, obrigando todos os judeus e muçulmanos a converteram-se ao cristianismo, sendo a outra opção deixarem o País, muitos se converteram, dando origem aos “cristãos-novos”

    Viseu - Onde era a Judiaria

    - Varanda ou Passeio dos Cónegos – é uma construção de gosto e inspiração arquitetónica italianos, dado que o seu autor é natural desse País. - esta varanda a que se acede pelo Claustro superior da Sé Catedral, é constituída por um alpendre sustentado por colunatas e assente num pano de muralha. Este Passeio dos Cónegos em conjunto com a Igreja da Misericórdia e o Paço dos Três Escalões, envolvem o Adro da Sé.

    Viseu - Varanda dos Cònegos

    - Sé Catedral
    – foi originalmente construída entre os séc. XIII e XIV, em estilo romano-Gótico, muto alterado em anos sucessivos. A fachada é românica, com a Torre do Relógio (antes do Cartório), com o mesmo tipo de construção e estilo. A outra Torre, a dos Sinos, junto ao Museu Grão-Vasco, é uma reedificação da inicial.
    A fachada, então já em estilo manuelino, foi totalmente reconstruída após derrocada provocada por forte temporal, em 1635.
    Para além de outros valores, merce referência o portal romano-gótico existente no topo oriental da ala norte do claustro inferior.

    Viseu - Sé Catedral

    - Cruzeiro do Adro da Sé
    – data do séc. XVIII. Foi mandado construir por D. Júlio Francisco Oliveira, em granito, com um brasão na base do fuste, com as suas armas episcopais
    - Tesouro de Arte ou da Sé – o tesouro é constituído por peças de arte sacra, pertencentes à Sé, como esculturas, mobiliário, custódias, cofres, relicários, paramentos, livros e outros, do séc. XII até ao séc. XX.

    Viseu - Tesouro da Sé

    - Museu Grão Vasco – fica imediatamente ao lado da Sé, num edifício em granito e que era o antigo Paço dos Três Escalões. O acervo mais significativo é um conjunto de pinturas de retábulo, vindas da Catedral e de igrejas nas imediações, da autoria de Vasco Fernandes (Grão Vasco), que viveu entre 1475 e 1542. Para além das obras do próprio, tem também obras de Columbano, Malhoa, Alfredo Keil, Soares dos Reis e muitos outros, não só portugueses. O Museu tem ainda miniaturas, porcelanas, mobiliário, esculturas, jóias, numismática e outras preciosidades.

    Viseu - Museu Grão Vasco

    - Praça da República ou Rossio - é o centro e o salão de visitas da cidade, já referido desde o séc. XVI. Sofreu várias alterações, sobretudo nos séc. XVII e XIX, quando foi instituído o passeio público. Hoje, continua a ser o centro da cidade… O grande painel de azulejos existente numa das paredes, da autoria de Joaquim Lopes e fabricados em Gaia, mostram a vivência da cidade, na época que retrata e que o autor soube captar.

    Viseu - Pç da República ou Rossio          Viseu-Painel Azulejos- Pç República

    - Igreja da Misericórdia – data, provavelmente de 1510. De arquitetura característica do séc. XVIII, de bela fachada. No interior tem uma só nave e capela-mor, separados por arco cruzeiro que termina em frontão curvo decorado com motivos festivos. No trono do retábulo-mor, assenta uma imagem de Nª Srª da Misericórdia, protegendo um par de pobres ajoelhados a seus pés, obra que data do séc. XVIII.

    Viseu - Igr. da Misericórdia

    - Igreja dos Terceiros de S. Francisco – barroca, data do séc. XVIII, tem uma escadaria de acesso e a fachada é da autoria de António Mendes Coutinho, discípulo de Nasoni e natural de Lamego. A fachada é toda ela bem característica do gosto barroco, jogando com o contraste entre a parede branca e os adornos das janelas, portal e topo, em granito escuro. Tem torre sineira, de conceção semelhante. No interior, uma só nave, retangular e coberta por abóbada de berço.
    Também no interior podem ver-se belos retábulos de talha dourada e policromada, já em estilo Rocócó. Todo o conjunto combina com os azulejos azuis e brancos, historiados, narrando a vida de S. Francisco. Tem ainda um belíssimo órgão, dos finais do séc. XVIII.

    Viseu - Igr. dos Terceiros de S. Francisco

    - Paços do Concelho – edifício que data do séc. XIX, simples embora majestoso, está implantado no Rossio.
    - Casa Museu Almeida Moreira – está instalada na Casa do Soar de Cima, e era aí que o Capitão Almeida Moreira reunia personalidades dedicadas à arte e literatura, procurando despertar as gentes para essas atividades e o consequente desenvolvimento cultural da cidade de Viseu. A Casa Museu reflete esse espírito.
    - Casa do Largo de S. Sebastião – pertenceu ao Cónego Agostinho Nunes de Sousa Valente, viseense e escritor, que viveu no séc. XVIII. É uma bela casa.
    - Capela de S. Sebastião – é uma capela relativamente simples que tem, no interior, um belo retábulo de finais do séc. XVII início do séc. XIX, em branco e dourado, da transição do Rocócó para o Neoclássico.
    - Casa do Soar – séc. XVII. A fachada desta típica casa beirã, está virada para o local onde duas ruas se cruzam. De notar o balcão alpendrado da entrada.
    - Porta do Soar – ou de S. Francisco, é uma das portas da muralha Afonsina que ainda hoje se podem ver.
    Esta porta, classificada como Monumento Nacional, é um dos mais bem conservados elementos da antiga muralha. No cimo, existe uma inscrição que evoca o cerco que D. Afonso V mandou fazer a Viseu, em 1472 e uma outra referindo a consagração da Porta à Imaculada Conceição de Maria, isto já no reinado de D. João IV. São as armas de Portugal do reinado de D. João IV que rematam a porta.

    Viseu - Porta do Soar

    - Capela da Srª dos Remédios – foi construída com as esmolas dos devotos. É uma capela octogonal, assente num patamar de pedra. A ela se acede por uma escadaria. No interior o altar mor tem um retábulo do séc. XVIII, com colunas coríntias. Existem também vários elementos em talha, e belos frisos de azulejos.
    - Estátua de D. Duarte – na Praça de D. Duarte, espaço com vários edifícios dos séc. XVIII e XIX. A estátua é da autoria de Álvaro de Bré, escultor que, após ter frequentado a escola de Belas Artes de Lisboa foi para Paris, onde permaneceu entre 1927 e 1937 e fez várias exposições. Para além de muitos outros eventos, participou na Exposição do Mundo Português, em 1940
    - Fonte das Três Bicas – segundo a inscrição patente, a fonte foi transferida da Quinta das Bicas para a Praça onde hoje se encontra, em 1905. É uma bela fonte com três bicas, barroca

    Viseu - Fonte das Três Bicas

    - Casa do Miradouro – séc. XVI, fica junto à Sé

    Viseu -Casa do Miradouro

    - Casa do Arco da Rua Escura
    – também do séc. XVI
    -Solar dos Condes de Prime – o solar foi mandado construir por Manuel Teixeira de Carvalho e. mais tarde passou para a posse dos Condes de Prime. É um belo exemplar da arquitetura civil do séc. XVIII, com dois andares e bela escadaria.
    - Capela de Stº António – está adossada ao solar, tem as mesmas caraterísticas arquitetónicas do solar e, no interior, azulejos contando a vida de Stº António cobrem as paredes. O teto apresenta também uma bela pintura, onde predomina o dourado.

    Viseu - Capela de Stº António

    - Janela Manuelina – na que se chama erradamente Casa de D. Duarte, onde de facto o rei não nasceu, foi mandada construir, pelo Cónego Pêro Gomes de Abreu, no séc. XVI, uma belíssima janela manuelina, profusamente decorada com elementos vegetalistas colunas torsas e um brasão de armas enquadrado por duas pedras ricamente decoradas por elementos que se entrelaçam.
    - Solar dos Treixedos – séc. XVIII
    - Igreja do Carmo – séc. XVIII, é uma construção soberba, com a fachada ladeada por duas torres, que lhe conferem uma grande elegância. O interior é profusamente decorado a ouro, em estilo barroco, apresentando talha de finais do séc. XVIII. As paredes da Capela-mor e do corpo da Igreja são revestidos de azulejos azuis e brancos do séc. XVIII. Os tetos da capela mor e da igreja têm pinturas em perspetiva, cuja figura principal é Nª Srª do Carmo.

    Viseu - Igreja do Carmo   Viseu - Igr. do Carmo-Interior

    - Fontes de Stª Cristina – séc. XVI e XVII
    - Seminário Conciliar ou Maior de Viseu – séc. XVII. No interior tem uma curiosas “escadas suspensas” de quatro em quatro lanços, que dão acesso aos aposentos superiores. A Igreja é barroca
    - Cruzeiro de Stª Cristina - do séc. XVI, no Jardim de Stª Cristina
    - Porta dos Cavaleiros – parte da Muralha Afonsina e pode ainda ser vista, na Rua do Arco e do Chafariz de S. Francisco

    Viseu-Porta dos CAVALEIROS - INSCRIÇÃO

    - Igreja de Stº António – pertenceu ao Mosteiro do Bom Jesus, que albergava freiras beneditinas, desde 1952. É uma igreja simples, de linhas sóbrias, mas que guarda um belíssimo tesouro, no seu interior – a mais rica coleção de azulejos dos séc. XVII e XVIII da cidade de Viseu. Os painéis de azulejos revestem as paredes da capela-mor e de parte da nave. Tem ainda altares de talha dourada, do séc. XVIII. O teto da capela mor, em madeira, é pintado em perspetiva.

    Viseu - Igr. de Stº António

    - Solar do Arco ou dos Albuquerques – séc. XVIII. Casa nobre, é hoje ocupada por uma escola secundária. De salientar o antigo salão de baile e a escadaria nobre de acesso a algumas salas.
    - Chafariz de S. Francisco – séc. XVIII, barroco
    - Igreja de Nª Srª da Conceição – tem três retábulos, Rocócó, da 2ª metade do séc. XVIII.

    Viseu - Igr. de Nª Srª da Conceição

    - Casa da Ribeira – data de finais do séc. XVII.
    - Casa dos Gomes Abreu
    - Casa de S. Miguel – séc. XVII, XVIII

    Viseu - Casa de S. Miguel

    - Casa do Cruzeiro – séc. XVIII
    - Parque do Fontelo – este parque, a este da cidade, pertenceu outrora à Quinta do Paço dos Bispos que teve o seu esplendor no séc. XVI, com o Bispo D. Miguel da Silva. Lá está instalada a Estação Agrária de Viseu. Dispõe de uma mata bem provida de espécies quer vegetais, quer arbóreas.
    - Igreja de S. Miguel – é uma das mais antigas igrejas da cidade, sabendo-se que já existia no séc. XI. O aspeto atual deve-se a uma reconstrução efetuada no séc. XVIII. Segundo a lenda lá repousam os restos mortais do último rei dos Godos, D. Rodrigo.

    Viseu - Igreja de S. Miguel

    - Capela de Nª Srª da Vitória – no Parque Aquilino Ribeiro
    - Solar do Vinho do Dãoo Paço do Fontelo teve a sua origem numa quinta que os Bispos começaram a constituir, com as heranças que iam recebendo, a primeira das quais teve lugar em 1122. Foi D. João Homem (1399) que deu início à construção da Torre Fortaleza, a que se seguiu a construção da Capela de Santa Maria, por D. Garcia e por aí adiante, cada Bispo ia construindo e melhorando. A partir do início do séc, XIX os Bispos passaram a residir aqui, de vez, até que, em 1912 o governo da altura retirou a quinta ao último bispo residente. A quinta passou então a ser quartel, cadeia e posteriormente passou para a posse da Câmara Municipal, foi requalificada e é hoje a sede da Comissão Vitivinícola Regional do Dão.

    Viseu - Solar do Vinho do Dão

    - Viriato Teatro Municipal – o teatro foi construído no séc. XIX, encerrou depois de 70 anos de atividade – passou a ser armazém, até que foi adquirido e restaurado pela Câmara Municipal, tendo começado a funcional, de novo em 1999.

    Viseu -Teatro Municipal Viriato

    Freguesia de Abraveses
    - Igreja Matriz de Abraveses
    – como um grande adro, onde foi construído o Cruzeiro dos Centenários

    Viseu - Igreja Matriz de Abraveses

    - Cruzeiro dos Centenário
    s – durante o ano de 1940, em que teve lugar, em Lisboa, a Exposição do Mundo Português destinada a, simultaneamente, comemorar a fundação do Estrado Português (1143), a Restauração da Independência (1640) e celebrar o Estado Novo.
    Para perpetuar essas memórias e pôr o acento tónico nos vários centenários que separavam os vários episódios, foram construídos os Cruzeiros dos Centenários um pouco por todo o País. No caso de Abravezes, ele ficou no adro da Igreja Matriz.

    Viseu - Cruzeiro dos Centenários - Abraveses

    União das Freguesias de Barreiros e Cepões
    - Lagar dos Mouros
    , em Cepões

    Viseu - Lagar dos Mouros - Cepões

    - Fonte Chafurda, em Vila Nova

    Viseu -Fonte Chafurda - Barreiros e Cepões

    - Penedo da Moura – em Avinjes

    Viseu - Penedo da Moura-Barreiros e Cepões

    Freguesia de Calde
    - Museu Etnográfico
    – está instalado numa casa de lavrador, permitindo recuperar as vivências quotidianas de uma dessas casas e as diferentes e diárias atividades.
    Nele está também integrada a Oficina do Linho, que faz renascer e preservar a cultura do linho, na localidade de Várzea. Esta função foi tomada a peito pelo Grupo Etnográfico de Cantares do Linho.

    Viseu - Museu Etnográfico - Calde          Viseu - Museu Etnográfico e Linho - Calde

    - Igreja Paroquial de Calde
    – tem belíssima talha dourada
    - Igreja Paroquial em Póvoa de Calde, datada de 1902
    - Várias sepulturas cavadas na rocha

    Freguesia de Campo

    - Museu do Quartzo – foi inaugurado em 2012 e é único no Mundo - o único museu que se ocupa exclusivamente de dar a conhecer o quartzo, parte integrante do património natural da região, promovendo a preservação e valorização do mineral.
    O Museu foi idealizado pelo geólogo Galopim de Carvalho e as suas instalações foram construídas numa antiga pedreira, desativada desde 1986, após ter estado 25 anos a funcionar e influenciar a vida da terra. A exposição apresenta uma sequência em que são dadas a conhecer as componentes do quartzo, as suas propriedades e as aplicações possíveis. Simultaneamente, é contada a História do Monte de Santa Luzia, onde o Museu está instalado.
    O Museu tem também um espaço dedicado às crianças, que podem observar, à lupa, pedaços de rochas e minerais, ou jogar no computador… sempre jogos relacionados com o tema “QUARTZO”

    Viseu - Museu do Quartzo - Campo           Viseu - Logo Museu do Quartzo-Campo

    Viseu - Museu do Quartzo - Campo

    Freguesia de Cavernães
    - Igreja de Stº Isidro
    – fica no lugar de Cavernães – este templo quinhentista, do qual se conservam alguns elementos, foi renovado e ampliado durante o séc. XVIII. Dos valores que ficaram do templo primitivo podem destacar-se duas grandes pinturas, que hoje estão integradas num retábulo setecentista

    Viseu - Igr. de Stº Isidro - Cavernães

    - Capela de Nª Srª da Saúde em Repeses

    Freguesia de Côta
    - Pinturas Polícromas Megalíticas
    – estas pinturas decoravam a parte interior dos esteios de uma anta – linhas onduladas, traços ramiformes e outros motivos – atraíram as atenções de arqueólogos nacionais e estrangeiros, pela sua riqueza pictórica e simbólica mas também por serem únicas. A determinada altura foram atribuídas à Arca de Queiriga, onde o arqueólogo Leite de Vasconcelos tinha descoberto alguns esteios com figura, humanas e animais, pintadas a ôcre. As pinturas mais b em conservadas e interessantes estão expostas no Museu Antropológico do Porto.

    Viseu-Pinturas Policromadas - Côta

    - Conjunto de Sepulturas escavadas na rocha, que se considera datarem de antes da ocupação romana
    - Várias Mamoas e Antas, do período Neolítico, em Baixinho das Moitas e Fonte da Malga.

    Viseu - Antas e Mamoas - Côta

    Freguesia de Fragosela
    - Igreja Matriz
    – em Fragosela de Cima, cuja padroeira é Nª Srª da Graça

    Viseu - Igr. Matriz de Fragoselas

    - Capela de Nª Srª das Candeias – em Fragosela de Baixo, dedicada a Nª Srª das Candeias

    Viseu - Capela Nª Srª das Candeias - Fragosela

    - Capela de Nª Srª das Dores – fica em Prime, sendo o orago Nª Srª das Dores

    Viseu - Capela Nª Srª das Dores - Fragosela

    - Capela de Nª Srª da Guia – fica no lugar de Espadanal e é dedicada a Nª Srª da Guia

    Viseu - Capela Nª Srª da Guia - Fragosela

    - Capela de S. Sebastião – fica em Fragosela de Cima, sendo dedicada àquele Santo

    Viseu - Capela S. ebastião - Fragosela

    - Vários Cruzeiros, em Fragosela de Cima e de Baixo – aqui está um exemplar, de Fragosela de Cima

    Viseu - Exemplo Cruzeiro - Fragosela

    - Vários Chafarizes, de que aqui está um exemplo, situado em Prime

    Viseu - Exemplo de Chafariz - Fragosela

    - Estrada Romana – fica no lugar de Espadanal, na região das Quelas e do Patarrego e aí podem encontrar-se vários troços da estrada romana, em bom estado de conservação

    Viseu - Estrada Romana - Fragosela

    - Lagareta – fica no lugar de Prime, na zona do Verrigo e é um monumento em bom estado de conservação

    Viseu - Lagareta, em Prime - Fragosela

    - Poldras da Silveira
    - é um conjunto de pedras, em bom estado de conservação e relativamente grandes, alinhadas, que permitiam a travessia do Rio Dão

    Viseu -Poldras da Silveira - Fragosela

    Freguesia de Mundão
    - Igreja Matriz de Mundão

    Viseu - Igreja Matriz -Mundão

    - Chafariz de Chafurdo

    Viseu - Chafariz de Chafurdo - Mundão

    Freguesia de Ranhados
    - Igreja Paroquial de Ranhados

    Viseu - Igreja Matriz de Ranhados

    - Belo exemplar de Bomba de Água

    Viseu - Bomba de Água - Ranhados

    - Cruzeiro

    Viseu - Cruzeiro de Ranhados

    - Troço de Estrada Romana, em relativo bom estado

    Viseu - Estrada Romana - Ranhados

    - Forno Comunitário

    Viseu - Forno Comunitário - Ranhados

    - Sepultura Escavada na Rocha

    Viseu - Sepulturas Cavadas na Rocha - Ranhados

    Freguesia de Ribafeita
    - Ponte Romana – na povoação de Covelas. Ponte sobre o rio Vouga, parte da estrada romana que ligava Viseu ao Porto. Hoje em dia, resta um arco em pedra, uma vez que toda a parte superior foi arrastada pelas cheias.

    Viseu - Ponte Romana - Ribafeita

    - Rochedos Insculturados
    – ficam localizados junto à Capela de Stª Bárbara. São sete pequenos rochedos com espirais e um par de pegadas e ainda um motivo não identificável, mas semelhante à figura de um animal.

    Viseu - Rochedos Insculturados- Ribafeita            Viseu - Rochedos Insculturados - Ribafeita

    - Penedo do Gato
    –em Ribafeita – Penedo cuja forma lembra um gato deitado, com insculturas, em abundam as pegadas de vários tamanhos. Foi muito danificado pelos caçadores de tesouros.

    Viseu - Penedo do Gato - Ribafeita

    - Pedra Lufinha – é também conhecida como pedra da cobra, eventualmente pelas espirais nela gravadas. São dois penedos, eventualmente eram um só, com vários motivos gravados – um labirinto, espirais e um reticulado.

    Viseu - Pedra Lufinha - Ribafeita

    - Lagareta dos Mouros – fica em Seganhos –é constituído por uma pia com cerca de 1,5 m2 e um canal central, retangular, para escorrer os líquidos. Encostado à pia terá havido uma outra estrutura, da qual resta um círculo e que serviria para esmagar as uvas.

    Viseu - Lagareta dos Mouros - Ribafeita

    Freguesia de S. Pedro de France
    - Igreja Matriz
    - fica no lugar de Figueiredo

    Viseu - Igr. Matriz de S. Pedro de France

    - Capela de Nª Srª do Rosário, em Figueiredo
    - Capela de S. João – no lugar de Travassos
    - Capela de S. Lourenço – fica no lugar de Outeiro
    - Capela de Santa Luzia – no lugar de Forniçô
    - Capela de Santo Amaro – no lugar de Lamaçais
    - Inscrições Gregas Penedos Srª da Pena – Carvalhal

    Viseu Ins.Gregas Penedos Srª da Pena - S. Pedro de France

    - Freguesia de S. João de Lourosa
    - Termas de Alcafache, Spa Termal
    – ficam num local aprazível e recôndito, rodeado por densos pinhais, ao fundo do Vale do Dão.
    Como muitos estabelecimentos termais tem sido remodelado e inovado, adotando outras terapias, mais adaptadas aos nossos tempos mas sempre com base nas propriedades terapêuticas daquelas valiosas águas. Elas são indicadas para vários tipos de problemas, como muitos dos das vias respiratórias, outros dermatológicos e ainda muitos do foro músculo-esqueléticos e ainda o reumatismo.

    Viseu - Termas de Alcafache - S. João de Lourosa            Viseu - Termas de Alcafache - S. João de Lourosa


  • Gastronomia

    A gastronomia de Viseu é, como não podia deixar de ser pela região em que se insere o concelho, muito rica e variada, e um dos poderosos atrativos para qualquer um ali se dirigir. Os pratos tradicionais, de carne, peixe, as sopas, os enchidos, feitos a partir dos animais criados com produtos da terra, têm todos os elementos para serem bons e agradarem a qualquer paladar…
    Para que sejam lembrados, aquando da visita, estes são alguns doas pratos tradicionais do concelho de Viseu:
    - sopa da Beira, caldo verde, migas à lagareiro, arroz de carqueja, rancho à moda de Viseu, cozido à portuguesa, vitela assada à moda de Lafões, cabrito assado, bacalhau à lagareiro, polvo à lagareiro, arroz de lampreia, trutas do rio Paiva, arroz de pato; presunto, morcela, chouriça, farinheira e outros enchidos, feijão temperado com hortaliça e enchidos, entrecosto com arroz e feijão vermelho, galinha ou coelho com arroz.
    A escolha é de facto um grande problema !!!
    Até o pão, de mistura, de centeio, brôa de milho, faz as delícias de quem quer que seja. O mesmo acontece com as sobremesas, variadas, são de “comer e chorar por mais”, com especial destaque para as castanhas de ovos de Viseu…
    Para finalizar uma bela refeição e adoçar a boca, teremos leite creme, arroz doce à moda da aldeia, pudim de requeijão ou de pão, papas de milho, pão-de-ló, viriatos, doce de abóbora menina, aletria.

    Viseu - Gastronomia-Vitela de Lafões                Viseu - Gastronomia -Polvo à Lagareiro


    Viseu - Gastronomia - Castanha de Viseu          Viseu - Gastronomia - Leite Creme

    Os Vinhos da Região Demarcada do Dão
    - A Região Demarcada do Dão, criada por Carta de Lei, em 1908, abrange uma área de 376.000 hectares, entre zonas muito montanhosas e vales, aproveitando, assim as encostas de suaves e arredondadas, para o cultivo da vinha, sempre com a contribuição de um clima frio e chuvoso, no Inverno e quente e seco no Verão, condições essenciais para a produção destes belos e conceituados vinhos. Vários concelho da região estão inseridos na Região Demarcada, entre eles o de Viseu.
    Os tintos são, de acordo com os especialistas, “cintilantes, cor rubi, encorpados, de aroma e sabor delicados”… para além disso, “envelhecem com extraordinária nobreza, ganhando um bouquet esplendoroso, que os torna suaves e aveludados”. Os brancos são “leves e frescos, de cor amarelo-citrina, com aroma suave e sabor frutado”

    Viseu-Gastronomia - Vinhas-Reg Dem. do Dão              Viseu-Gastronomia- Vinho do Dão

     

     

     

  • Feiras, Festas e Romarias

    - Feira de S. Mateus – nos meses de agosto e setembro – Viseu
    História: a 16 de junho de 1391, D. João I, com a Rainha e a Corte, deixaram Évora e dirigiram-se a Viseu, onde ficaram por ano e meio.
    Durante esse período, durante o qual nasceu D. Duarte, o herdeiro do trono, e tiveram lugar umas Cortes de âmbito regional, a cidade de Viseu foi atacada várias vezes, pelas tropas castelhanas.
    Para assinalar esses acontecimentos, D. João I instituiu, a 10 de Janeiro de 1392, a Feira Franca de Viseu, actual Feira de S. Mateus. Outros registos, no entanto, dizem que ela foi criada por D. Sancho I.
    Já nessa época a Feira tinha enorme importância, tanta que até os Mouros do reino de Granada lá se deslocavam.
    No séc. XIX a Feira teve um período de declínio e, mais tarde, entre 1916 e 1920, deixou mesmo de se realizar. No entanto, a partir de 1920, tem-se realizado anualmente, cada vez com maior importância, talvez a rondar a dos seus primeiros anos.
    - Festa do Menino - 1 de janeiro – Figueiredo
    - Festa em Honra de Stº Amaro – 15 janeiro – Bertelhe, Lamaçais
    - Festa em Honra do Mártir S. Sebastião – 3º domingo de janeiro – Moselos
    - Festa em Honra do Mártir S. Sebastião - 20 janeiro - Cepões (domingo seguinte).
    - Festas em Honra de Stª Maria e S. Brás - 2 e 3 fevereiro -Avinjes (fim de semana seguinte)
    - Festa em Honra de S. Sebastião - 20 de fevereiro – Figueiredo
    - Festa em Honra de S. Matias – fim de semana a seguir à Páscoa (Pascoela).
    - Festa em Honra de S. João dos Verdes – 6 maio – Travassos
    - Festa em Honra de Santo António - 13 de junho – Figueiredo
    - Festa em Honra de Stº António – 13 de junho - (domingo seguinte).
    - Festa em Honra de Stº António – 2º domingo de junho - Moure Madalena
    - Festa do Corpo de Deus – 22 junho - Campo
    - Festa em Honra de S. Pedro - 29 de junho – Figueiredo
    - Festa em Honra do Santíssimo – 2º domingo de julho – Moselos
    - Festa em Honra de Stª Marinha - 18 de julho - Barreiros.
    - Festa em Honra de Stª Maria Madalena – 22 julho – Campo
    - Festa em Honra de S. Tiago Maior - 25 julho - Bairro de Santiago, Cepões.
    - Festa em Honra de Nª Srª das Neves - 5 Aosto - Figueiredo
    - Festa em Honra de S. Lourenço – 10 agosto – Outeiro
    - Festa em Honra de Nª Srª dos Milagres - 15 agosto - Bassar
    - Festa em Honra de Nª Srª da Vitória – 15 agosto - Moselos
    - Festa em Honra da Srª da Guia - 1º domingo setembro - Nelas.
    - Festa em Honra de Nª Srª das Dores – 11 setembro - Campo
    - Festa em Honra de Stª Eufémia de Matos - 16 setembro - Cepões
    - Festa em Honra de Nª Srª do Rosário - 1º domingo de Outubro - Campo
    - Festa em Honra de Nª Srª do Rosário – 20 outubro – Figueiredo
    - Festa em Honra de Stª Luzia - 1º domingo de dezembro - Vila Nova
    - Festa em Honra de Nª Srª. da Conceição - 8 dezembro - Moure de Madalena, Outeiro
    - Festa em Honra de Stª Luzia – 13 dezembro - Forniçô

  • Acessos e Distâncias
    LISBOA  289 km PORTO  125 km
    Aveiro   83 km Guarda   74 km
    Beja  423 km Leiria  159 km
    Braga  175 km Portalegre  258 km
    Bragança  196 km Santarém  221 km
    Castelo Branco  168 km Setúbal  323 km
    Coimbra   89 km Viana do Castelo  198 km
    Évora  357 km Vila Real   97 km
    Faro  523 km  Viseu    0 km
  • Itinerários Possíveis

    Itinerário 1 
    Viseu-Jardim Teixeira Ribeiro e Edifício do Banco de Portugal – Chafariz das 3 Bicas – Igreja da Misericórdia – Casa do Miradouro – Museu Grão Vasco – Sé Catedral – Tesouro da Sé – Praça de D. Duarte – Igreja de Nª Srª do Carmo.
    Visita de Viseu e do seu património, aproveitando o passeia a pé.

    Total de km – 927m
    Tempo de percurso – 11 minutos, só o tempo de percorrer as ruas
    Estradas – pelas ruas da cidade

    Viseu - Itinerário 1

    Itinerário 2
     Praça da República – Rua Senhora da Boa Morte – Rua Formosa –Solar dos Conde de Prime . Largo de S. Sebastião – Porta do Soar – Porta dos Cavaleiros – Praça da República
    Como o anterior também este itinerário passa pelas ruas de Viseu, podendo visitar o património, apreciar a paisagem e, em devido tempo, a gastronomia.

    Total de km
    – 2,5 km
    Tempo de percurso – 30 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Viseu - Itinerário 2

    Itinerário 3
    Viseu ( A) – S. João de Lourosa (B) – Fragosela (C) – Cavernães(D) – União das Freguesias de Barreiros e Cepões (E) – Côta (F) – Calde (G) – Lordosa (H) – Viseu (I)
    Apreciar o património e a paisagem deste itinerário, desfrutando também da gastronomia local.

    Total de km
    – 86 km
    Tempo de percurso – 1 hora e 42 minutos, só o tempo de percorrer as ruas
    Estradas – pelas ruas da cidade 

    Viseu - Itinerário 3

    Itinerário 4
    Viseu ( A) – Mundão (B) – Campo (C) – Bodiosa (D) – Ribafeita (E) – Abraveses (F) – Orgens (G) – Rio de Loba (H) Ranhados (I) – Viseu (J)
    Apreciar o património e a paisagem deste itinerário, desfrutando também da gastronomia local.

    Total de km
     – 61 km
    Tempo de percurso – 1 hora e 25 minutos, só o tempo de percorrer as ruas
    Estradas – pelas ruas da cidade 

    Viseu - Itinerário 4

    Itinerário 5
    Viseu (A) – Vila Chã de Sá (B) – Silgueiros (C) – Vil de Souto (D) – Boa Aldeia (E) – Coutos de Viseu (F) – Bodiosa (G) – Ribafeita (H) – Orgens (I) – Viseu (J)
    Apreciar o património e a paisagem deste itinerário, desfrutando também da gastronomia local.

    Total de km
     – 86 km
    Tempo de percurso – 1 hora e 39 minutos, só o tempo de percorrer as ruas
    Estradas – pelas ruas da cidade 

    Viseu - Itinerário 5


  • Parceiros ACP

    PARCEIROS ACP
    Abaixo estão os links para todos os parceiros existentes no  Distrito Concelho de Viseu, e que oferecem descontos aos sócios, mediante a apresentação do cartão de sócio.

    - Hotéis
    - Solares 
    Turismo Rural
    Restaurantes

     

     

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