Arganil

Dos romanos ao Rally de Portugal

A origem do concelho de Arganil perde-se no tempo, tendo sido ocupada pelos romanos, de que o Acampamento Militar Romano da Lomba do Canho é a prova. As suas serras e as estradas de terra batida foram, durante muitos anos, palco do famoso Rally de Portugal, nomeadamente na região de Côja.

A ocupação romana permaneceu por cerca de 100 anos em Arganil, entre os séculos I, antes e depois de Cristo.

O primeiro foral foi concedido a Arganil em 1114, início do séc. XII, por um Bispo de Coimbra. D. Manuel I concedeu novo foral em 1514, ainda hoje guardado na Câmara Municipal e, em 1499 ofereceu ao concelho uma coleção de pesos em bronze, em forma de tronco de cone, cujo peso total é de 30 kg.

Em 1809, a vila ficou marcada pelas invasões francesas, ficando as tropas de Wellington aquarteladas na Capela da Misericórdia que, inclusive serviu de depósito de munições. Posteriormente, os franceses de Massena deixaram um rasto de morte e pilhagem por todo o concelho, considerado um dos concelhos de Portugal que mais sofreu com aquela calamidade.

O Concelho de Arganil é rico em paisagem natural, podendo ser referidos os seguintes locais: a Serra do Açôr, a Mata da Margaraça, a Albufeira das Fronhas, a Mata da Stª Casa da Misericórdia e as Praias Fluviais.

  • Onde?

    O Concelho de Arganil, parte do Distrito de Coimbra, fica junto às faldas da Serra da Estrela.
    É, como não poderia deixar de ser, pela proximidade, montanhoso, com a sua Serra do Açôr e a Paisagem Protegida da Serra do Açôr, com a sua vegetação característica, mediterrânica, como o sobreiro, medronheiro.
    Podem ver-se também charnecas e prados de altitude, zonas de vegetação adaptadas às vertentes rochosas, de xistosas. Vêem-se também algumas zonas de carvalhos e outras espécies que existem somente em Portugal ou na Península Ibérica, raras ou ameaçadas de extinção, infelizmente.

    Arganil - vista

  • O quê?

    Como muitas localidades em Portugal, também o concelho de Arganil está ligado a épocas remotas da História da Humanidade, nomeadamente existem vestígios do Calcolítico, na Necrópole dos Moinhos de Vento, à época Romana, no Acampamento Militar Romano da Lomba do Canho. A ocupação romana permaneceu por cerca de 100 anos, entre os Séculos I, antes e depois de Cristo.
    O Primeiro foral foi concedido a Arganil em 1114, início do Séc. XII, por um Bispo de Coimbra. D. Manuel concedeu novo foral em 1514, ainda hoje guardado na Câmara Municipal e, em 1499 ofereceu ao Concelho uma coleção de pesos em bronze, em forma de tronco de cone, cujo peso total é de 30 kg.
    Em 1809, a vila ficou marcada pelas Invasões francesas, ficando as tropas de Wellington aquarteladas na Capela da Misericórdia que, inclusive serviu de depósito de munições. Posteriormente, os francesas de Massena deixaram um rasto de morte e pilhagem por todo o concelho, considerado um dos concelho de Portugal que mais sofreu com aquela calamidade.
    Entre as décadas de 30 e 50 nasceu, na região de Arganil, o movimento Regionalista – todos os naturais que se tinham mudado para a capital em busca de melhor vida contribuíam com fundos para financiarem a melhoria da sua região, nomeadamente a reparação e abertura de estradas, o abastecimento de água e electricidade – assim nasceu e cresceu a Casa da Comarca de Arganil, ainda hoje em grande actividade.
    O Concelho de Arganil é rico em paisagem natural, podendo ser referidos os seguintes locais:

    Serra do Açôr – zona montanhosa, predominantemente xistosa, tem uma altitude de 1418 m, donde se pode desfrutar uma paisagem estonteante, de rara beleza, de densa área florestal sulcada por riachos de águas límpidas;

    Arganil -Serra do Açor

    - Mata da Margaraça, parte da Área Protegida da Serra do Açor, onde se pode encontrar a Fraga da Pena, cascata com mais de 20 metros. A vegetação da Mata da Margaraça é característica da paisagem serrana. Lá se encontram árvores como o carvalho, o medronheiro, a avelaneira, a cerejeira, a madressilva, o ulmeiro e a urze, cujo pólen dá paladar característico ao mel da Serra do Açor.

    Arganil - Mata da Margaraça

    - Fraga da Pena – local de privilegiada beleza natural, cenário idílico onde a água abre caminho entre a vegetação e o xisto e se precipita numa imponente cascata com mais de 20 metros. Fica na Mata da Margaraça.

    Arganil - Fraga da Pena

    - Albufeira das Fronhas – fica no caminho do Rio Alva em direcção ao Mondego. É um local junto de Sarzedo e nela se podem praticar várias actividades aquáticas.

    Arganil-Albufeira de Fronhas

    - Mata da Santa Casa da Misericórdia – local agradável, onde o sossego e o contacto com a natureza existem de facto, com a vantagem de ser mesmo colada a Arganil.
    - Para além destas zonas bucólicas existem, no Concelho, várias e belas praias fluviais, como a de Côja, que permitem refrescar o corpo, enquanto se desfruta da bela paisagem envolvente.

    Arganil-Praia Fluvial de Côja 

  • Património a descobrir

    Arganil

    - Igreja Paroquial – data de final do séc. XVII, com frontal de cunhais apilastrados e linha de empena de granito, tem portal retangular com um nicho e um óculo poligonal. O retábulo principal é do fim do séc. XVII.
    - Igreja da Misericórdia – foi fundada por provisão régio, em 1647. Foi reconstruida em 1777 e, posteriormente foi quartel das tropas de Wellington. Sofreu nova reconstrução no Séc. XIX, embora a frontaria seja a inicialmente construída. O altar principal é do último quartel do Séc. XVIII.

    Arganil - Igreja da Misericórdia

    - Capela do Senhor da Agonia – fica já fora da vila, a caminho de Mont’Alto. Foi construída no séc. XVIII. No interior, belíssima talha dourada.
    - Capela de Nª Srª de Mont’Alto – fica no monte com o mesmo nome. Foi mandada construir em 1521 e, no séc. XVIII foi reconstruída e mantém-se até hoje. Aqui se celebra todos os anos o dia de Nª Srª da Conceição, a 15 de Agosto, festa tradicional dos Arganilenses.

    Arganil- Capela de Nª Srª de Mont'Alto

    - Capela do Sr. da Ladeira – Construção do séc. XVIII, maciça. Porta principal enquadrada de pilastras e em ligação com a sacada do coro, ladeada de postigos. Fecha o arco cruzeiro uma forte grade de ferro.
    - Capela de S. Pedro – é o monumento mais antigo do concelho e data do séc. XIII. Fica localizada fora de Arganil, perto do rio Alva, em zona em que muitos vestígios arqueológicos foram encontrados. A imagem mais importante existente na capela é a de S. Pedro, do séc. XV.

    Arganil - Capela de S. Pedro                     Arganil - interior da Capela de S. Pedro,

    -Teatro Alves Coelho – não sendo embora monumento de arquitetura marcante, é exemplo do empreendimento de naturais da terra e das contribuições que concorreram para a construção deste teatro. Das figuras mais importantes deste processo podemos salientar Saúl Brandão, como impulsionador, o escultor Aureliano Lima – autor dos baixos-relevos da frontaria – e o pintor Guilherme Filipe, que executou várias pinturas da sala de teatro

    Arganil - Teatro Alves Coelho

    Benfeita
    É uma das Aldeias de Xisto do Concelho de Arganil – tetra de hortas, pecuária e olivicultura, fica também inserida na Serra do Açôr. Nas suas ruas se encontra a frescura das ribeiras que a atravessam; ver o moinho do Figueiral, prova do antigo aproveitamento da força da água, ver o alambique, a Torre da Igreja ou Torre da Paz, de 11 m de altura, e a Igreja Paroquial propriamente dita. Subir à Fonte das Moscas para apreciar o panorama. O casaria, os passadiços…

    Arg. - Benfeita-Aldeia de Xisto

    Côja
    - Igreja Paroquial de Côja – de linhas setecentistas, terá sido reconstruída no séc. XIX. O orago é S. Miguel. Tem imagens de madeira do séc. XVII, algumas vindas de conventos ou colégios universitários de Coimbra. No interior bela talha.

    Arg - Igreja Paroquial de Côja

    - Capela da Srª da Ribeira – fica junto à Ribeira da Mata, em Côja, foi reconstruída no Séc. XIX, sendo que a porta e a janela são do séc. XVIII, tal como o retábulo de madeira dourada e policromada. No nicho central existe uma imagem de calcário da virgem com o menino, do séc. XVI.
    - Capela de Santo António – data do final do séc. XVIII e é hoje a capela mortuária. No interior, tem esculturas em calcário do séc. XV
    - Pelourinho – é, originalmente, manuelino, de haste oitavada e capitel

    Arg. -Pelourinho de Côja

    - Várias casas antigas, a maioria do séc. XVIII, podem ser encontradas em Côja

    Arg - Casas Solarengas de Côja

    Folques
    - Mosteiro de Folques – tem dois andares, sendo que a parte mais antiga é o claustro. Os lados Norte e nascente são manuelinos. A nascente há outro claustro com arcadas simples no rés-do-chão e alas habitadas no 1º andar, obra do séc. XVIII.

    Arg. - Mosteiro de Folques

    - Capela de S. Pedro – era, inicialmente do Mosteiro de Folques mas, após a sua extinção, passou para as mãos de um particular e passou a ser a igreja paroquial. Foi construída no séc. XVIII, com alguns retoques manuelinos, como a mísula que sustenta o púlpito e a pia de água benta.

    Arganil -Capela de S. Pedro de Folques

    Piódão
    Piódão, para além de freguesia de Arganil é uma das “Aldeia Históricas” e, simultaneamente poderá incluir-se nas Aldeias de Xisto do Concelho de Arganil. Tem também a classificação de “Imóvel de Interesse Público”.

    Arg. - Piódão - Ald. Histórica

    Fica na Serra do Açôr, “com uma implantação de escarpa abrupta e uma estrutura de malha cerrada e traçado sinuoso, bem adaptada à necessidade do espaço envolvente”. Os pastores lusitanos foram atraídos para esta serra pela existência de vegetação e muitas nascentes. Na Idade Média formou-se um pequeno povoado que foi denominado Casas Piódão, transferido para a atual localização devido à instalação de um Mosteiro de Cister, de que não restam vestígios, e que localizam o lugar no séc. XIII. Ao Mosteiro de Cister estará ligada a antiga invocação de Stª Maria, comum às Abadias Cistercienses, na Igreja Matriz do Piódão.
    - Igreja do Piódão – Pensa-se que o edifício primitivo date do séc. XVII. Sofreu alterações no séc. XVIII e, no final do séc. XIX estava em ruínas. Foi reconstruída pelo Padre Manuel Fernandes Nogueira, que arquitetou a nova fachada, que sobressai no conjunto das casas de xisto.

    Arganil - Igreja do Piódão

    Pombeiro da Beira
    - Capela da Rainha Stª Isabel – Foi fundada no séc. XVII, no lugar de Póvoa da Rainha Santa. Planta octogonal, tem cúpula alta e porta retangular ornada com forte cornija. Retábulo com pinturas do séc. XX
    - Igreja de Pombeiro da Beira – a actual igreja é uma reconstrução da que foi inaugurada na noite de Natal de 1622, como é relatado pelo Visconde de Sanches Frias no seu livro “Pombeiro da Beira”. Tem três naves e capela mor. No interior, à direita, o túmulo de Mateus da Cunha, senhor de Pombeiro, que data do 1º quartel do séc. XVI, em estilo manuelino.
    - Pelourinho – foi destruído e, durante muitos anos ignorava-se o destino das suas pedras. A Junta de Freguesia recuperou o fuste e o remate, que se encontravam numa empena da Capela de Stº António, na mesma freguesia, e construiu o pelourinho que ostenda as armas dos Cunhas, antigos senhores de Pombeiro da Beira

    Arg. - Pelourinho de Pombeiro da Beira

    S. Martinho da Cortiça
    - Igreja Matriz – o edifício é do séc. XVII e foi construído em grés regional e tem cúpula em tijolo. O retábulo principal é de madeira dourada, de final do séc. XVII e o altar-mor tem o frontal formado de azulejos sevilhanos, de relevo, do Séc. XVI.
    - Ponte da Mucela – é um destacado exemplar da arquitetura gótica civil. Foi mandada construir em 1298, pelo tesoureiro de D. Dinis, Pero Salgado, para substituir uma romana. Tem quatro arcos.

    Arg. - Pte Mucela - Pombeiro

    Sarzedo
    - Igreja Paroquial – data do séc. XVIII e tem como orago S. João Batista.

    Vila Cova de Alva
    É outra das Aldeias de Xisto, que beneficia também da presença de um rio, da frescura e limpidez das suas águas. Em redor, os montes envolvem a Vila. Os espaços públicos e os monumentos referidos abaixo são razões suficientes para uma visita.

    Arg. -V.Cova de Alva - Aldeia de Xisto

    - Convento de Stº António – pertenceu aos franciscanos da província da Conceição do Brasil. Foi fundado por um natural de Arganil que decidiu lá passar os seus últimos dias. Foi construído no séc. XVIII. A Igreja segue a linha das da Ordem, com cadeiral de castanho. Os retábulos são em magnífica talha, bem como as esculturas que lá se encontram, do início do séc. XVIII.

    Arg. - Convento de Stº António - V. Cova de Alva

    - Igreja Paroquial de Vila Cova de Alva – é dedicada a Nª Srª da Natividade, datando a fachada de 1712. Os cinco retábulos existentes na Igreja são da 1ªmetade do séc. XVIII, em madeira dourada com colunas torcidas.
    - Igreja da Misericórdia – fica na praça do pelourinho, com frontaria muito interessante do séc. XVIII. De referir o nicho existente, com uma escultura da Virgem com o Menino, dos séc. XV/XVI.
    - Pelourinho – é do séc. XVI, manuelino, com fuste octogonal de granito emoldurado na base e com capitel coroado de agudo remate.

    Arg. - Pelourinho de V. Cova de Alva

  • Gastronomia

    A gastronomia da beira Serra, é rica e variada, em todas as suas variantes … Assim é a de Arganil!
    Falando em Sopas, temos a Canja de Galinha à Serrana, a Aferventada, o Caldo de Castanhas, o Caldo de Unto, as Papas Laberças, a Sopa Serrana.
    Para peixes pode encontrar-se o Bacalhau à S. Martinho, o Arroz de Sardinha à Moda da Serra, Bacalhau de Natal à Moda da Serra, Bola de Bacalhau, Bola de Sardinha, Peixes do Rio, Trutas à Moda da Serra.
    Para carnes a Chanfana, Arroz de Cabidela, Arroz de Pombo Bravo Senhorial, Bola de Carne à Convento de Folques, Borrego Recheado à moda de Cepos, Bucho Recheado à Moda de Folques e Bucho Recheado à Moda de Vila Cova de Alva, Cabrito à Serrana.
    Para doces, podemos encontrar Tigelada, Arroz Doce, Bolo de Mel à Convento de Folques, Biscoitos de Vila Cova de Alva, Bolinhos de Pinhões de Arganil, Carolos Doces, Coscuréis, Farta Rapazes, Fatias Douradas, Filhós de Abóbora, Pudim de Abóbora, Leite Creme à Moda de Arganil, Pudim de Castanhas, Pudim de Ovos à S. Martinho, Rodilha, Sequilhos. 

  • Feiras, Festas e Romarias

    - Feira das Freguesias, Mostra Gastronómica – 2º fim de semana de junho – Arganil
    - Feira do Mont’Alto e Ficabeira – Feira Industrial e Comercial da Beira Serra – em setembro – Arganil
    - Feira de Todos os Santos – 1 de novembro – Benfeita
    - Feira de S. Miguel – Feira das Nozes e dos Abraços - último sábado de setembro – Celavisa
    - Feira d’Avó – sábado de Aleluia e agosto (móvel) – Côja
    - Feira de Todos os Santos – 1 de novembro – Stª Quitéria, Murganheira
    - Feira de Maio – 2º sábado do mês – Pombeiro da Beira
    - Feira de S. João Baptista – último domingo de junho – Sarzedo
    - Feira de S. Miguel – 1º fim de semana de outubro – Secarias
    - Feira Francafim de semana a seguir ao dia de S. Martinho – S. Martinho da Cortiça
    - Feira de Sopas e Doces – mês de maio ou junho – S. Martinho da Cortiça – segundo a organização, a Feira de Sopas e Doces “conquistou um espaço de destaque ao nível dos eventos gastronómicos da região…” Esta feira tem-se realizado anualmente, estando estabelecido que cada freguesia, cada coletividade tem a responsabilidade de preparar uma sopa diferente e os doces que entenderem. Não falta a música, dos grupos locais, e a dança...

  • Acessos e Distâncias
    LISBOA 253 km PORTO  157 km
    Aveiro 103 km Guarda  111 km
    Beja 392 km Leiria  126 km
    Braga 208 km Portalegre  173 km
    Bragança 272 km Santarém  189 km
    Castelo Branco 124 km Setúbal  289 km
    Coimbra   57 km Viana do Castelo  229 km
    Évora 272 km Vila Real  167 km
    Faro 492 km  Viseu   79 km
  • Itinerários Possíveis

    Itinerário 1

    Arganil (A) – Côja (B) – Benfeita (C) – Piódão (D) – Folques (E) – Arganil (F)
    Visita de Arganil, e de todo o seu património. Visita também de Côja, Benfeita, passando pela Mata da Margaraça, no caminho para Piódão. Na volta, por outra via, Folques e volta a Arganil

    Total de km – 88 km
    Tempo de percurso – 2 horas e 03 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Arganil - Itinerário 1

    Itinerário 2

    Arganil (A)– Sarzedo (B) – S. Martinho da Cortiça (C) - Pombeiro da Beira (D) – Arganil (E)
    Entre as freguesias e o respetivo património, é viagem bucólica, repousante, passando este itinerário, também, pela Barragem das Fronhas.

    Total de km – 39 km
    Tempo de percurso – 55 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Arganil - Itinerário 2

     Itinenerário 3 - Junto ao Rio Alva

    Arganil (A) – Secarias (B) – Côja (C) – Barril de Alva (D) – Avô (E) – Pomares (F) – Anceriz (G) – Vila Cova de Alva (H) – Arganil (I)
    Este circuito, acompanhando o curso do Rio Alva recomenda-se, pela beleza da paisagem. No caminho, as freguesias e localidades referidas merecem uma visita, incluindo Avô, que fica no caminho mas pertence já a Oliveira do Hospital.

    Total de km – 54 km
    Tempo de percurso –1 hora e 14 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Argnil - Itinerário 3 

  • Parceiros ACP

    PARCEIROS ACP
    Abaixo estão os links para todos os parceiros existentes no Distrito de Coimbra, a que Arganil pertence, e que oferecem descontos aos sócios, mediante a apresentação do cartão de sócio.

    - Hotéis
     - Solares
    - Restaurantes

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