Faro

A formosa

Faro é dos concelhos mais visitados em Portugal, por variadíssimas razões – a região em que está inserida, o Algarve, o clima sempre ameno, a sua história, de que são prova os vestígios ciosamente guardados e mostrados em museus e em espaços abertos, como as ruínas de Milreu, Monumento Nacional.

Mas Faro tem mais. A Ria Formosa, os seus canais, as suas ilhas, a azáfama da pesca e da apanha de bivalves – são famosas as ameijoas “pretas” do Algarve. No Parque Natural da Ria Formosa, área vasta, sulcada pela ria que lhe dá o nome e que apanha concelhos limítrofes, abundam o peixe, marisco, moluscos que abastecem os mercados e os restaurantes.

Mas, no Parque encontram-se outras espécies como aves e répteis.

Faro, como todo o Algarve, recebe turistas todo o ano, com especial destaque para os prevenientes do norte da Europa que, beneficiando de dias de sol em pleno inverno, podem jogar as suas partidas de golf com toda a tranquilidade.

  • Onde?

    Faro, capital do Distrito do Algarve, o que fica mais a sul e que beneficia de condições climatéricas especiais, com inúmeros dias de sol, apelativo para visitantes nacionais e estrangeiros, o ano inteiro, mesmo em pleno inverno…
    Faro foi conquistada aos mouros pelo Rei D. Afonso III. No tempo dos mouros, era um principado, sendo que um dos príncipes reinantes se chamava Beni Harum – do nome deste príncipe derivou o da cidade “Faro”.
    Depois de a conquistar, D. Afonso III mandou repovoar toda a região, dotou Faro de fortes muralhas e deu-lhe foral em 1266, que foi confirmado por D. Manuel I, em 1504. No Séc. XV os judeus estabeleceram em Faro uma importante oficina tipográfica em que foram impressos muitos documentos hebraicos.
    Faro foi cidade a partir de 1540, por determinação de D. João III. O rei D. Sebastião passou a Sé episcopal de Silves para Faro, em 1577, embora só em 1580 tenha sido posto em prática.

    Faro- Jardim e Marina 

  • O quê?

    Na época em que Portugal era dominado pelos Filipes, a cidade de Faro foi invadida pelos ingleses e quase completamente destruída. Eles desembarcaram numa povoação a barlavento de Faro, povoação essa que desapareceu posteriormente por causa do terramoto. Todas as preciosidades existentes na região foram saqueadas, nomeadamente a valiosa livraria do Bispo de Silves, D. Jerónimo Osório - a livraria faz hoje parte duma das Bibliotecas de Oxford. Este saque tornou impossível a recuperação dos arquivos da cidade e deixou apenas de pé as Igrejas de S. Pedro e da Misericórdia. Durante a reconstrução da cidade tiveram lugar dois terramotos muito próximos, no tempo – 1722 e 1755 – que agravaram o estado da mesma.

    Faro - a Sé

    A região contou com o empenho de um bispo, D. Francisco Gomes de Avelar, que mandava construir, reparar ou concluir as várias obras públicas necessitadas, incentivava o cultivo das terras, dando indicações quanto às culturas que os camponeses deveriam efectuar, recomendava a plantação de árvores, ensinava métodos de cultivo, quando era caso disso. A ele se devem o Arco da Vila, o Hospital da Misericórdia e o acabamento do Seminário, entre outros edifícios. Faleceu em Faro, em 1816.

    - Ossónoba (Faro) – era a mais importante cidade da região do Algarve, no período romano, séc. I e II d.C. de que existem documentos no Museu Municipal, entre os quais o busto de Agripina. Aquela importante cidade ficava exactamente onde hoje fica Faro – era ali que passavam as mais importantes vias da região.
    A principal actividade era, pelos vestígios encontrados, relacionada com o mar, a pesca, a salga de peixe – nas “cetariae”, que aparecem em tantos locais no Algarve, e o respectivo comércio. Era também um porto importante, que movimentava e atraía muita gente. Os ricos comerciantes construíam as suas “villae” nos arredores, como Milreu e Vilamoura.
    Ossónoba era também sede Episcopal, desde o séc. I d.C., tendo tido representação num concílio realizado em Espanha.
    Ossónoba foi, no dizer de geógrafo árabe da altura, uma das mais belas cidades do seu tempo e foi-o até que, no séc. VIII, os mouros a tomaram e destruíram. Em contradição, outros dizem que Ossónoba não existia já no Séc. XII, por ter sido destruída por um terramoto.

    PARQUE NATURAL DA RIA FORMOSA
    O Parque Natural da Ria Formosa
    foi eleito “uma das Sete Maravilhas Naturais de Portugal”, o que veio reforçar o existente Turismo da Natureza na região, como o “birdwatching” e o ecosistema que lhe proporcionou a classificação e impulsiona o Turismo do Algarve. Esta distinção, dada pelos portugueses votantes, revela a preferência por esta zona marinha e esta paisagem natural.
    O Parque Natural da Ria Formosa é a terceira zona húmida mais importante de Portugal, que se estende de Ancão (Loulé) até à Manta Rota (Vila Real de Stº António), por 60 km de costa, com um cordão de ilhas e penínsulas arenosas, paralelas à mesma.
    O símbolo do Parque Natural da Ria Formoso é o caimão-comum - ver reprodução abaixo - espécie rara que, em Portugal, vive e se reproduz exclusivamente nestes lagos algarvios. Outro habitante do Parque, quase extinto na Europa, é o camaleão. O flamingo, a águia de asa redonda, a galinhola e o guarda-rios são outras aves que por aqui abundam. Na água, podemos encontrar marisco e bivalves, dourada, robalo, camarão da ria, polvo, choco, enguia, solha, cavalo marinho e outras menos conhecidas. Para além destes habitantes permanentes, o Parque acolhe muitas aves aquáticas, ao longo do ano, nomeadamente espécies de aves do Norte e Centro da Europa, como o pato-trombeteiro, o marrequinho-comum, o maçarico-real e a tarambola-cinzenta, nas suas viagens migratórias.
    Faro-símbolo do PNRia Formosa

    Parte do Parque da Ria Formosa é a Ilha Deserta ou Barreta – vasto areal cercado pelas águas calmas da Ria e do Oceano Atlântico e completamente deserta, à parte o movimento gerado pelo restaurante que lá existe e pela praia concessionada e vigiada. As visitas de barco, aos canais da Ria Formosa, para ver as aves, o sapal e as outras ilhas fazem que muitos turistas se dirijam a esta ilha onde fica o ponto mais setentrional de Portugal Continental

    Faro -Ria Formosa

  • Património a descobrir

    Faro
    - Igreja e Casa da Misericórdia – fundadas em 1583, foram reestruturadas no Séc. XVII. O Terramoto de 1755 destruiu quase tudo, mas o pórtico é ainda o primitivo tendo, no cimo, uma pedra brasonada e a imagem da Virgem.
    - Arco da Vila – MN – foi mandado construir por D. Francisco Gomes, de acordo com o desenho do arquitecto italiano Fabri. É em cantaria e tem um nicho onde está a estátua de S. Tomás de Aquino, em mármore branco de Itália.

    Faro - Arco da Vila

    - Sé – com vestígios góticos na porta principal e capelas laterais. No interior, o estilo é renascença, quinhentista, com três naves divididas por colunas dóricas e com tectos de madeira. Nas paredes, belos azulejos policromados.

    Faro - A Sé

    - Igreja de Stº António do Alto – capela, no cimo de um monte, praticamente no centro de Faro, de cuja Torre se tem um belo e vasto panorama. Ela foi adoçada a uma torre medieval, provavelmente do Séc. XV.
    Faro -Igreja de Stº Antº do Alto                      Faro-Igreja de Stº Antº do Alto-foto antiga

    - Igreja de S. Pedro - data do Séc. XVI e escapou à já referida invasão dos ingleses, no tempo dos Filipes. Mas foi praticamente devastado por um furacão, em 1757. O interior é do mesmo estilo e tem um rodapé de azulejos policromos, que se encontra também no baptistério. Na sacristia é guardado um conjunto de paramentos do Séc. XVI.

    Faro - Igreja de S. Pedro

    - Museu Arqueológico do Algarve – foi criado no Séc. XIX, pelo cónego Joaquim Maria Pereira Boto, que o instalou na antiga Igreja de Stº António dos Capuchos e nele reuniu várias peças arqueológicas encontradas em toda a província e, especialmente, nas ruínas de Milreu. Para além destas peças arqueológicas, são conservados os painéis de azulejos da própria igreja, contanto a vida de Stº António e da Paixão de Cristo. Em 1937 todo o espólio foi transferido para o Convento de Nª Srª da Assunção.
    - Claustro arruinado do Convento de Nª Srª da Assunção – mandado construir pela rainha D. Leonor, 3ª mulher de D. Manuel I, a partir de 1518.

    Faro - Museu Arqueológico - Conv Nª Srª Assunção

    - Castelo – com as muralhas, o castelo era o último reduto da fortificação. A restauração feita em finais do Séc. XVI introduziu grandes modificações, com o propósito da introdução de peças de artilharia. Muito mais tarde, a construção de uma fábrica adulterou os torreões e os panos de muralha – foi inclusive aberta a Rua do Castelo.

    Faro - Castelo

    - Convento de S. Francisco – data do Séc. XVI e foi reedificado no Séc. XVIII, após os estragos causados pelo Terramoto de 1755. Tem um belo claustro. Recentemente foi adquirido pela Escola de Hotelaria e Turismo de Faro estando em curso a sua recuperação.

    Fqaro - Conv. de S. Francisco - Interior

    - Convento dos Capuchos - data do Séc. XVII e foi ocupado, ao longo dos tempos, por várias instituições, uma das quais a GNR, introduziu muitas modificações. Nele esteve também instalado o Museu Arqueológico do Algarve. Hoje resta a Igreja do Convento dos Capuchos.

    Faro - Convento dos Capuchos

    - Igreja do Carmo – localizada no Largo do Carmo, foi fundada em 1713, pelo Bispo António Pereira da Silva. No Séc. XVIII foi acrescentado o corpo da Igreja, tendo a fachada sido reformulada. Teve outras obras, como acrescentar um último piso e uma torre, até ao Séc. XIX. Foi decorada com talha, realizada por um dos melhores escultores da região – Manuel Martins. São ainda de notar a ornamentação da sacristia, o conjunto de imagens da Procissão do Triunfo e a Capela dos Ossos.

    Faro - Igr. do Carmo

    - Muralhas de Faro – foram muito danificadas pelas tropas inglesas, no Séc. XVI, tal como o Castelo e mais ainda pelo terramoto de 1755, que danificou também torres e baluartes.

    Faro - Muralhas

    Conceição – esta localidade passou a freguesia ainda na Idade Média, tendo conhecido um grande desenvolvimento em finais do Séc. XIX, inícios do Séc. XX, com a aparição e crescimento das propriedades agrícolas de grande dimensão e importância, de que ficaram as noras, ainda visíveis na região.
    - Igreja de Nª Srª da Conceição – Séc. XVI, de nave única e capela-mor – esta é o único vestígio da primitiva ermida seiscentista e tem abóbada com elementos manuelinos e arco triunfal. O portal, muito mais recente, é renascença. O interior foi descaracterizado por obras recentes. No retábulo da capela-mor, existe uma imagem de Nª Srª da Conceição, do Séc. XVIII.

    Faro - Igr. Matriz de Conceição

    Estói – é uma freguesia do Concelho de Faro, uma linda aldeia, edificada num monte que domina a conhecida várzea de Faro, que se espraia por aquela baixa, ponteada de aldeias e casas solitárias por entre a vegetação rasteira, mediterrânica, as amendoeiras e as laranjeiras.
    - A Igreja de S. Martinho ou Matriz de Estói - do Séc. XVII, reedificada no Séc. XIX merece uma visita.

    Faro - Igr, de S. Martinho-Matriz de Estói -

    - Palácio do Visconde de Estói, hoje pertença das Pousadas de Portugal e a funcionar como tal – antigo Palácio dos Condes de Carvalhal, setecentista, com magnífico panorama sobre a várzea de Faro e rodeado por belos jardins, dispostos em terraços sobrepostos e ligados por escadarias, de elegantes balaústres. Foram, infelizmente deixados um pouco ao abandono há algum tempo, tendo sido recuperados há pouco. Ainda no jardim vêem-se áreas decoradas com mosaicos romanos, provenientes das ruínas de Milreu.

    Faro- Palácio Visconde de Estói - Estói

    - Milreu – Mon. Nacional – nas imediações de Estói ficam as ruínas romanas de Milreu, um complexo edificado do Séc. III, composto de uma casa grande, um balneário, (com 51 compartimentos) e um templo. Estas “villae”, pensa-se, pertenceriam aos donos dos grandes conjuntos de salga de peixe existentes no Algarve, peixe esse que era depois distribuído por todo o Império. Foi o Arqueólogo Estácio da Veiga que explorou, por sua conta e risco, este complexo, tendo encontrado para além do já referido, inúmeras piscinas de várias formas, todas decoradas com mosaicos romanos, casa de habitação, oficinas, arruamentos, canalizações, estátuas de imperadores, que decoravam sempre este tipo de “villae”. Foi também referenciado um santuário, do período romano tardio, edifício em tijolos, com abside circular. Para além disso, há uma rua , pedaços de mármore, fustes e bases de colunas, tijolos de diferentes feitios, pias. Na parte superior das termas via-se um poço fundo, antigo.
    Faro - Milreu             Faro - Milreu              Faro - Milreu

    Hoje, em Milreu há poucos elementos visíveis – as paredes do templo, colunas de mármore, piscinas com mosaicos policromos, de formas e tamanhos diferentes, a que se acede por escadas forradas por mosaicos. 

    - Montenegro – é a freguesia de Faro onde está inserido o Aeroporto Internacional. O seu nome deriva da vista que se desfrutava de Faro – um monte coberto de denso arvoredo, onde se fixaram, no início do Séc. XX agricultores e pescadores, que em Faro vendiam os produtos da sua faina. Ficando também próxima da Ria Formosa, alguns dos habitantes dedicavam-se à extracção de sal, que depois era distribuído por Faro, seu Distrito e outras regiões do País. Hoje é uma freguesia muito desenvolvida, devido à proximidade da Universidade do Algarve e do natural movimento de estudantes e docentes. Próxima fica a Ilha de Faro, cujo acesso atravessa esta freguesia.

    - Santa Bárbara de Nexe – freguesia rural, onde podemos ver a
    - Igreja Matriz de Stª Bárbara de Nexe - Séc. XV/XVIII, gótica, de três naves, com cinco vãos de arcos ogivais e paredes revestidas de um silhar de azulejos. A Capela-mor abre por um arco ogival ricamente lavrado. Encima este precioso arco um revestimento de azulejos entre os quais a representação da padroeira. É também digno de nota o artesoado da abóbada da capela-mor, com cordas torcidas e florões. Na Sacristia existem duas tábuas quinhentistas, representando S. Luis e S. Brás.

    Faro - Igr. Matriz Stª Bárbara de Nexe                Faro-Igr Matriz Stª Bárbara Nexe - Interior

  • Gastronomia

    A amendoeira é um dos ex-libris do Algarve, que dá aqueles maravilhosos frutos utilizados com mestria e arte pelos artistas algarvios que nos deslumbram, não só o paladar como a vista. Estamos a falar dos doces feitos com massa de amêndoa e doce de ovos, em forma de frutos, cestos de frutas, pássaros… o engenho e a arte não têm limite. Com os mesmos ingredientes, temos também os queijos, os morgados e, baseando-se mais no doce e fios de ovos, os D. Rodrigos, maravilha das maravilhas!

    Faro-D. Rodrigos                    Faro -Bolo de figo e amêndoa                  Faro-arte culinária e não só

    Ainda na doçaria e utilizando outro ex-libris – o figo seco – há os queijos de figo e amêndoa, que tomam também formas muito engenhosas. Só alguém com grande poder criativo conseguiria dar tais formas a algo tão saboroso…
    Mas não existe só doçaria no Algarve. É uma zona piscatória por excelência, e a gastronomia assenta muito no bom peixe pescado nas suas costas – lulas, lingueirões, amêijoas, cadelinhas, sardinhas, carapaus para além de outros de maior porte como o atum. Ali se encontra também todo o tipo de marisco, sendo a cataplana de amêijoas e camarão, com o seu complemento de presunto e chouriço, temperadas com bastantes coentros o prato por excelência do Algarve. É preparada numa “cataplana”, tacho especial, côncavo que vai ao lume e à mesa. Temos também o arroz de lingueirão, o bife de atum, as lulas recheadas ou grelhadas, a feijoada de búzios, o arroz de polvo, os carapaus alimados e, no verão, a sardinha assada… Mas também há bons e tradicionais pratos de carne, como cozido de grão, cabidela de galo à portimonense e carne de porco com amêijoas.

    Faro - a Cataplana

    Do atum que, em tempos, tinha uma forma específica de ser pescado, faz-se também um acepipe, que é a muxama de atum – é seco, fumado, como o presunto – e muito saboroso, para um petisco, para acompanhar uma bebida, ao fim da tarde…

    Faro - o medronheiro das serras

    Encontra-se nas serras algarvias, especialmente nas zonas de Monchique e Tavira os medronheiros – árvores de algum porte, cujos ramos são muito utilizados para arranjos florais e cujo fruto é o medronho, pequeno, redondo, de pele rugosa e alaranjado quando maduro. Apanhado da árvore e comido na hora, em quantidade, pode provocar embriagues pela grande quantidade de álcool que armazena. Talvez por isso, dele se obtém, pela fermentação seguida de destilação a famosa aguardente de medronho, bebida características do Algarve. Quando bem destilada, é uma aguardente de sabor frutado, deliciosa, mas com grande teor de álcool, 40 a 50º.

    Faro - o medronho, lindo

    Pelas serras já referidas encontram-se inúmeras destilarias que, em determinada altura, os organismos oficiais queriam extinguir mas que, hoje em dias, são incentivadas a continuar aquele trabalho, considerado artesanal. Muitas vezes quem destila tem as suas próprias terras com medronheiros ou/e compra os frutos a quem os apanha. O processo de destilação é moroso e exige muito cuidado com o fogo e o alambique. Disso depende a qualidade da aguardente. 

  • Feiras, Festas e Romarias

    - Santos Populares - entre o 13, dia de Stº António e o dia 29, dia de S. Pedro - Em Faro e outros locais
    - Feira do Livro – Julho / Agosto – Faro
    - Festas da Ria Formosa – Julho / Agosto – Faro
    - FolkFaro – Folclore Internacional da Cidade de Faro – Agosto – vários sítios do Algarve
    - Feira dos Doces, Frutos Secos e Bebidas Regionais – 2ª Quinzena de Agosto – Faro
    - Festas do Concelho e Comemoração do Dia da Cidade – 1ª Quinzena de Setembro – Faro
    - Feira de Santa Iria – 2ª Quinzena de Outubro – Faro
    - Festas da Conceição – Agosto – Conceição
    - Festas de Montenegro – no final de Junho – Montenegro (comemoração da elevação a freguesia)
    - Festas de Stª Bárbara de Nexe – final de Abril, princípio de Maio – Stª Bárbara de Nexe

  • Acessos e Distâncias
    LISBOA 277 km PORTO  549 km
    Aveiro 494 km Guarda  553 km
    Beja 146 km Leiria  383 km
    Braga 600 km Portalegre  379 km
    Bragança 720 km Santarém  305 km
    Castelo Branco 458 km Setúbal  242 km
    Coimbra 442 km Viana do Castelo  621 km
    Évora 225 km Vila Real  632 km
    Faro    0 km  Viseu  526km
  • Itinerários Possíveis

    Itinerário 1
    Faro (A) – Conceição (B) – Moncarapacho (C) – Cero de S. Miguel (D) – Faro (E)
    Visitar os valores do património existentes em Conceição, Estói e, por Moncarapacho, subir ao Monte ou Cerro de S. Miguel para apreciar a paisagem da várzea de Faro

    Total de km - 48 km
    Tempo de percurso – 1hora e 8 minutos, só considerado o tempo de condução de condução
    Estradas – todo o trajecto é feito por Estradas Nacionais e Municipais


    Itinerário 1

    Itinerário 2
    Faro (A) – Santa Bárbara de Nexe (B) – Montenegro (C) – Ilha de Faro (D) – Faro (E)
    Visitar os valores do património existentes em Santa Bárbara de Nexe, Montenegro, Ilha de Faro

    Total de km - 40 km
    Tempo de percurso – 50 minutos, só considerado o tempo de condução
    Estradas – o trajeto é feito por IC, Estradas Nacionais e Municipais

    Faro - Itinerário 2

    I
    tinenerário 3 - dentro da cidade de Faro
    Rua de Stº António (A) – Jardim Manuel Bívar (B) – Rua da Misericórdia (Arco da Vila) (C) – Largo da Sé (Sé) (D) – Praça D. Afonso III (Museu Arqueológico) (E) - Rua de Berlim (Igreja de Stº António do Alto) (F) - Rua Serpa Pinto (Convento dos Capuchos) (G)

    Total de km
    – 7km
    Tempo de percurso – 16 minutos, só percorrer as ruas
    Estradas – pelas ruas da cidade

    Faro - Itinerário 3, dentro da cidade

    Itinerário 4 - também dentro da cidade de Faro
    Rua de Stº António (A) – Largo do Carmo (Igreja do Carmo) (B) – Lg. de S. francisco (Castelo e Convento de S. Francisco) (C) – Lg. de S. Pedro (Igreja de S. Pedro) (D) – R. de Stº António (E)

    Total de km
    – 7 km
    Tempo de percurso – 13 minutos, só o percorrer as ruas
    Estradas – pelas ruas da cidade

    Faro - Itinerário 4, dentro da cidade de Faro

  • Parceiros ACP

    PARCEIROS ACP
    Abaixo estão os links para todos os parceiros existentes no Distrito de Faro, a que o Concelho de Faro pertence, e que oferecem descontos aos sócios, mediante a apresentação do cartão de sócio.

    Hotéis 
     - Solares
     - Turismo Rural
    Restaurantes 

     

scroll up