Portalegre

Porto (lugar de passagem) alegre (pela verdura decorrente da água abundante)

No séc. XII, século da formação do reino de Portugal, existia no vale entre a Penha de S. Tomé (Serra da Penha) e o Cabeço do Mouro, um conjunto de casas que ofereciam refúgio e mantimentos aos viajantes que a demandavam. Foi aumentando o casaria deste “Porto” de abrigo, nesta região verdejante e aprazível ou seja “Alegre” – até que foi constituída a cidade de Porto Alegre, cujo nome foi evoluindo para Portalegre.

A História diz que Portalegre era, em 1229, vila do Concelho de Marvão e que, em 1253 tinha já passado a sede de Concelho. O seu 1º foral foi-lhe atribuído por D. Afonso III, que mandou edificar uma fortaleza que não foi concluída.

  • Onde?

    Portalegre
    No Séc. XII, século da formação do reino de Portugal, existia no vale entre a Penha de S. Tomé (Serra da Penha) e o Cabeço do Mouro, um conjunto de casas que ofereciam refúgio e mantimentos aos viajantes que a demandavam. Foi aumentando o casaria deste “Porto” de abrigo, nesta região verdejante e aprazível ou seja “Alegre” – até que foi constituída a cidade de Porto Alegre, cujo nome foi evoluindo para Portalegre.
    A História diz que Portalegre era, em 1229 vila do Concelho de Marvão e que, em 1253 tinha já passado a sede de Concelho. O seu 1º foral foi-lhe atribuído por D. Afonso III, que mandou edificar uma fortaleza que não foi concluída.
    Em 1271, D. Afonso III doou, ao Infante D. Afonso, Portalegre, Marvão e os senhorios de Vide e Arronches. Quando o Rei morreu o Infante D. Afonso pretendeu suceder-lhe, alegando que D. Dinis era ilegítimo, pretensão que, não tendo sido tomada a sério, originou lutas nas quais Portalegre tomou parte. Foi cercada por D. Dinis e, após cinco meses de cerco, D. Afonso rendeu-se.
    D. Dinis tinha mandado edificar as muralhas e remodelar a alcáçova e a torre de menagem e construir uma segunda cerca, de que ainda hoje existem troços.
    A torre da Atalaia que domina a cidade e que é designada por “Atalaião” é, pensa-se, anterior à fortificação de D. Afonso III.
    Em 1299, D. Dinis deu a Portalegre o privilégio de não ser concedido o senhorio da vila:
    - “nem a infante, nem a homem rico, nem a rica-dona, mas ser d’El-Rei e do seu filho primeiro herdeiro”

  • O quê?

    A Crise de 1383/1385 gerou várias lutas na região. Posteriormente Portalegre foi adquirindo muita importância, tendo D. João III, em 1549, feito diligências junto do Papa Paulo III, para que este expedisse a bula que criava a diocese de Portalegre. Foi também D. João III que, em 1550, elevou Portalegre a cidade.
    Há uma outra justificação, de ordem económico-financeira para esta atribuição:
    - Portalegre era um dos principais centros da indústria de tecidos do País, juntamente com Estremoz e Covilhã e, para além disso, o imposto sobre as judiarias era igual ao do Porto, só ultrapassado por Lisboa, Santarém e Setúbal. As imediações de Portalegre evidenciam a ocupação pré-histórica, pelos monumentos funerários que aí são encontrados.
    Na antiga muralha podem ver-se ainda as várias portas: Porta do Crato ou Arco do Bispo, Séc. XIII; Porta da Devesa, Séc. XIII; Porta de Alegrete ou Arco de Stº António; Porta Falsa ou Poterna, Séc. XIII; Porta do Postigo – foi deslocada para outro local da muralha, para permitir o alargamento da rua onde estava inicialmente e assim permitir o escoamento do trânsito. Outra Porta, a de Évora, desapareceu com o alargamento da Rua de Elvas.

  • Património a descobrir

    Sé CatedralSéCatedral
    - consagrada a Nª Srª da Assunção, foi iniciada a sua construção em 1556, tendo a 1ª pedra sido lançada por D. Julião de Alva, primeiro Bispo de Portalegre e Capelão-Mor da Rainha D. Catarina. Só o terceiro Bispo de Portalegre veria concluída a obra, em estilo renascença e alguns elementos em barroco. No interior um belo conjunto de pinturas maneiristas, importante coleção de talha dourada e belos conjuntos de azulejos dos Séc. XVI a XVIII, com destaque para os da Sacristia e o belo arcaz de pau rosa, do início do Séc. XVIII lá existente.

    Castelo Castelo
    - de acordo com a introdução, D. Afonso III e D. Dinis envidaram esforços para a construção do castelo, para defesa da fronteira próxima. Ao longo dos anos, o castelo foi perdendo a sua funcionalidade.

    Mosteiro de S. BernardoMosteiroSaoBernardo
    - foi fundado em 1518, sendo o portal clássico datado de 1538. A nave e o transepto são cobertos por abóbadas de nervuras e bocetes com o brasão dos Melos. Nas paredes podem ver-se painéis de azulejos historiados, barrocos, de 1739. O túmulo de D. Jorge de Melo, Bispo da Guarda e a quem se deve a edificação do mosteiro é um dos mais sumptuosos do País

    Casa Museu José Régio
    - é um conjunto de “coisas modestas de arte popular” que o poeta gostava de recolher e conservar. Reúne, peças de arte sacra, outras do dia a dia da vida rural, chavões, pintadeiras, dedeiras, almofarizes, tachos de arame, estanhos, ferros forjados e peças de mobiliário de boa marcenaria regional e pratos, de cariz popular. A estatuária religiosa é constituída por uma coleção de Cristos, ex-libris da Casa Museu.

    Museu das Tapeçarias de Portalegre
    - é dedicado à apresentação, conservação e estudo de uma parte importante do património artístico de Portalegre. Com o nome de Guy Fino presta-se justa homenagem ao homem que incluiu a cidade na lista dos grandes produtores internacionais de tapeçarias – era profundo conhecedor da indústria de lanifícios o que, aliado a uma grande capacidade de atrair artistas para a experiência da tapeçaria moderna, foi um dado precioso para o desenvolvimento daquele projecto das tapeçarias de Portalegre, com base num ponto, o ponto de Portalegre, criado por Manuel do Carmo Peixeiro, que dá às tapeçarias uma extraordinária capacidade de expressão e uma total fiabilidade na interpretação do desenho.

    Palácio Achioli
    - onde funciona a Escola Superior de Educação. Segundo a tradição, aqui existiu um edifício onde viveu a mãe de D. Nuno Álvares Pereira, D. Iria Gonçalves Pereira. O atual palácio foi construído pela família italiana Achioli, no Séc. XVIII, em estilo barroco e de linhas geométricas, com bela fachada. No interior uma escadaria em granito e alguns painéis de azulejos, também do Séc. XVIII.

    Palácio Avilez
    - séc. XVIII, pertenceu aos Condes de Avilez,onde funcionou o Governo Civil. Na entrada existem belos painéis de azulejos do início do Séc. XVIII.

    Convento de Santo Agostinho
    - séc. XVII

    Solar dos Viscondes de Portalegre
    - séc. XVIII, barroco, cujo brasão pertence à antiga casa dos Costas, Sousas de Arronches, Avilezes e Juzartes, que posteriormente foram os Viscondes de Portalegre.

    Casa Nobre de D. Nuno SousaCasaNobreDomNunoSousa
    - também conhecida como Solar dos Melos, foi mandada construir por D. Nuno Vaz de Sousa, em 1538. Pertenceu aos Condes de Melo e depois aos de Vila Real. Da construção primitiva restam duas Janelas manuelinas, com decoração vegetalista. O brasão, barroco, ostenta as armas da antiga casa dos Sousa Tavares, depois Condes de Melo

    Palácio Barahona
    - foi construído em finais do Séc. XVIII e pertenceu ao Dr. Francisco Cordovil Caldeira de Castel-Branco Mousinho de Mattos, que era mais conhecido pelo apelido materno – Barahona. Tem brasão de mármore branco. Aqui funciona o Arquivo Distrital.

    Paços do Concelho
    - edifício filipino datado de 1634. De notar o trabalho em ferro forjado das sacadas das janelas. Por cima da janela principal pode ver-se o escudo de armas português. É ladeado por duas lápides, uma com as armas da cidade, outra dedicada à Imaculada Conceição.

    Palácio da Família Andrade e Sousa, Séc. XVII, muito sóbrio.

    Antigo Seminário
    - foi fundado no Séc. XVI, pelo 3º Bispo de Portalegre, D. Frei Amador Arrais. No Séc. XVIII foi restaurado por um outro Bispo. Hoje nele funciona o Museu Municipal.
    Vários outros palácios e casas nobres existem espalhadas pela cidade.

    Alagoa
    - igreja de S. Miguel – data do Séc. XVI. Com o decorrer dos tempos, sofreu várias e importantes intervenções, que a alteraram bastante

    Alegrete Alegrete
    - foi sede de concelho até 1855. Tinha voto nas Cortes. Teve forais, concedidos por D. Dinis e D. Manuel, sendo o castelo do tempo de D. Dinis.
    São visíveis vários troços da muralha

    Igreja Paroquial, data do Séc. XVI

    Igreja da Misericórdia – data do Séc. XVII

    Torre do Relógio, que pertenceu ao edifício da Câmara Municipal, seiscentista
    Jazida pré-histórica do Porto da Boga e uma anta na Herdade da Falagueira, atestam a ocupação desde o paleolítico.

    CarreirasCarreiras
    - existe património disperso pelas quintas e pelo campo, maioritariamente medieval. De destacar o conjunto da povoação, harmoniosamente disposto, tendo-lhe valido o epíteto de “aldeia presépio”.

    Fortios
    - vestígios de ocupação romana, um pouco por toda a freguesia.
    - capela de S. Sebastião, Séc. XVII ou finais do Séc. XVI, remodelada no Séc. XVIII

    Santuário do Senhor Jesus dos Aflitos
    - principal centro de devoção e peregrinação, desde meados do Séc. XVIII

    Reguengo
    -igreja Paroquial do Séc. XVIII, com uma fachada simples e um portal com um arco de volta redonda.

    Quinta da Lameira, com uma Casa Solarenga do Séc. XVIII, construída por João da Fonseca Achioli Coutinho. Tem uma fonte com azulejos azuis e brancos e dois tanque, um dos quais com três patos em mármore. A capela, construída na mesma altura do edifício, tem um altar de talha, Séc. XVIII e uma bela imagem de Nª Srª das Dores, atribuída a Machado de Castro.

    Ribeira de Nisa
    - ruínas de um estabelecimento religioso do Séc. XVI, denominado “Provença”.
    - igreja Matriz é do Séc. XVII, com uma alpendrada de quatro arcos. No adro, existe um cruzeiro do Séc. XVII.

    São Julião
    - a assinalar a sua constituição de pequenos lugares dispersos na Serra

    UrraUrra
    - o nome deriva de horreum, latim para tulha, celeiro… Aqui se encontram alguns dos mais antigos testemunhos da ocupação humana, como exemplares da indústria da pedra, na estação paleolítica do Monte da Faia e da Tapada do Falcão. Encontramos também as Antas de Entre-as-Ribeiras, do Campino da Abrunhosa, dos Fajardos e das Cabeceiras. A presença romana é provada pelos vestígios deixados, à superfície, como cerâmica e moedas – o Padre Sotto Maior disse terem sido encontradas moedas do tempo de Júlio César, em S. Tiago da Caiola.

    Igreja de S. Tiago da Caiola – data do Séc. XVI e passou por muitas alterações ao longo dos tempos.

  • Feiras, Festas e Romarias

    DOCES COM HISTÓRIA E TRADIÇÃOcartaz
    Feira de Doçaria Conventual e Tradicional de Portalegre
    Nos meses de março ou abril
    Mosteiro de S. Bernardo
    (na imagem, o cartaz de uma feira anterior)

    Esta Feira é organizada pela Câmara Municipal de Portalegre, com o objetivo de valorizar e promover a cultura, a tradição e o património portuguese, na vertente do doce conventual.
    Embora seja dado maior relevo à doçaria tradicional / conventual alentejana, a nacional e internacional estarão também representadas. Quarenta doceiros são representados na Feira e as respetivas bancas serão instaladas entre a Igreja e os Claustros do Mosteiro de S. Bernardo, e oferecem aos visitantes as autênticas delícias conventuais como o toucinho do céu, lampreia de amêndoa, rebuçados de ovo,  manjar branco, queijo dourado, fartes, leite serafim e outro tipo de doces tradicionais como a afamada boleima, as queijadas, os bolos fintos entre outros.
    Durante o certame funcionarão ainda “ateliers” e “oficinas de chocolate” em que as crianças poderão meter a mão na massa e produzir os seus bolinhos.

    Portalegre (S. Lourenço e Sé)

    Festa de Nª Srª da Penha – 2º domingo de maio
    Festa dos Aventais – último domingo de maio
    Festa de S. Cristóvão – último domingo de julho
    Festa de Sant’Ana – 1º domingo de agosto
    Festa do Sr. Jesus do Bonfim – último domingo de setembro

    Alagoa
    Festa de S. Miguel – 2ª semana de agosto
    Festa de Verão – último fim de semana de juho

    Alegrete
    Domingo de Folares – 1º domingo a seguir à Páscoa
    Festa de Nª Srª da Alegria – 15 de agosto
    Nª Srª de Fátima (Vale de Cavalos) – 1º fim de semana de julho
    Festa de Nª Srª da Lapa (Besteiros) – último fim de semana de setembro

    Carreiras
    Nª Srª da Alegria – último domingo de maio
    Festa do Mártir S. Sebastião – 3º fim de semana de julho

    Fortios
    Festa do Sr. dos Aflitos – 1º domingo de maio
    Festas de Verão – 1º fim de semana de agosto

    Reguengo
    Festa de S. Mamede – 17 de agosto
    Festa de Nª Srª dos Remédios – 8 de setembro

    Ribeira de Nisa
    Festa de Nª Srª da Esperança – último domingo de agosto
    Festa de Nª Srª de Fátima (Vargem) – domingo mais próximo de 13 de julho

    S. Julião
    Festa de Nª Srª dos Remédios – 1º domingo de setembro
    Festa de Nª Srª de Fátima – último domingo de julho

    Urra
    Festa de Nª Srª das Mercês – 15, 16 e 20 de agosto

  • Gastronomia

    Como todo o Alentejo, o Concelho de Portalegre prima pelas coisas boas, saborosas, com os produtos da terra e a carne de porco alimentado a bolota, o pão, o borrego, os doces conventuais.

    Podemos enumerar alguns pratos – sopa de tomate, sopa de batata, sopa de feijão com couve, alhada de cação, sarapatel, sopa de cachola, migas de pão e de batata com carne de porco frita, ensopado de borrego e, por fim o arroz doce, o leite creme e outros.

    Não falta, também, em qualquer mesa alentejana o sortido de enchidos, presunto – porque do porco aproveita-se tudo, tudo – as azeitonas, os queijos.

    GastronomiaPortalegre



  • Percursos Pedestres

    Das Carreiras, do Reguengo, da Ribeira de Nisa, de Alegrete
    Todo o Concelho de Portalegre fica integrado no Parque Natural da Serra de S. Mamede, de assinalável riqueza de fauna e flora.  Essa riqueza, aliada a condições especiais de terreno, propiciam diversos passeios, a pé, de que existem várias hipóteses, previamente documentadas com folhetos distribuídos nos postos de turismo do Concelho.

    Vale a pena visitar os seguintes miradouros:
    - Miradouro de Santa Luzia – Serra de Portalegre, vista sobre a cidade
    - Miradouro da Penha – na Serra da Penha, lá existe uma bela capela do Séc. XVII
    - Pico de S. Mamede – fica a 1025 m de altitude e é o ponto mais elevado de Portugal Continental, a Sul do Tejo. Bela vista sobre a Barragem da Apartadura, a Vila de Marvão, a Serra da Estrela e grande parte da Estremadura Espanhola. Grande variedade geológica do solo, na zona – xisto, calcário quartzitos e outras variedades.
    - Miradouro das Carreiras – de grande beleza paisagística, na freguesia de Carreiras. Do miradouro pode ver-se uma calçada medieval.
    - Miradouro da Igreja de Nª Srª da Lapa – pequena igreja cavada na rocha, a 1 km da povoação de Besteiros. Belo e vasto panorama do Parque Natural da Serra de S. Mamede

    Também de automóvel se consegue percorrer o Parque, como se vê no mapa.

    MapaPedreste

  • Acessos e Distâncias
    LISBOA 230 km PORTO 295 km
    Aveiro 239 km Beja 183 km
    Braga 350 km Bragança 376 km
    Castelo Branco 94 km Coimbra 187 km
    Évora 103 km Faro 326 km
    Guarda 187 km Leiria 169 km
    Santarém 163 km Setúbal 193 km
    Viana do Castelo 373 km Vila Real 365 km
    Viseu 260 km    

     

  • Itinerários Possíveis

    Itinerário 1
    Portalegre - Alegrete-S. Julião – Reguengo - Portalegre
    Visita de Portalegre, e de todo o seu património. Visita também de Alegrete, e todo o seu património. Ir a S. Julião e Reguengo permite, para além de ver as localidades, apreciar a paisagem do Parque Natural da Serra de S. Mamede

    Total de km
    – 66 km, só percurso de carro

    Tempo de percurso – 1 hora e 36 minutos, só o tempo de condução

    Estradas – por estradas nacionais e municipais
    Portalegre1


    Itinerário 2
    Portalegre – Reveladas – Carreiras – Vargem – Alagoa –Fortios – Portalegre
    Um outro percurso pelo Parque Natural da Serra de S. Mamede e uma vista de olhos a Reveladas, Carreiras, Alagoa e Fortios – vale a pena de certeza.

    Total de km
    – 52 km, só o percurso de carro

    Tempo de percurso – 59 minutos, só considerado o tempo de condução.

    Estradas – o trajecto é feito por Estradas Nacionais e municipais

    portalegre2

    Itinerário 3
    Portalegre – Urra – Est.CF (Portalegre) – Portalegre
    Visita de Portalegre, e de todo o seu património. Visita também de Alegrete, e todo o seu património. Ir a S. Julião e Reguengo permite, para além de ver as localidades, apreciar a paisagem do Parque Natural da Serra de S. Mamede.

    Total de km – 32 km, só o percurso de carro.

    Tempo de percurso – 38 minutos, só considerado o tempo de condução.

    Estradas – o trajecto é feito por Estradas Nacionais e municipais
    Portalegre3

    Itinerário 4
    Portalegre   e o seu património
    Visita de Portalegre, e do seu património – é a oportunidade de caminhar pela cidade, ver as suas igrejas, museu, palácios, Visita também de Alegrete, e todo o seu património. Ir a S. Julião e Reguengo permite, para além de ver as localidades, apreciar a paisagem do Parque Natural da Serra de S. Mamede.

    Total de km –1,5 km

    Tempo de percurso – Difícil de calcular porque muito é despendido a ver o património

    Estradas – por estradas nacionais e municipais
    Portalegre4

     

  • Parceiros ACP

    PARCEIROS ACP
    Abaixo estão os links para todos os parceiros existentes no Distrito de Portalegre, a que o Concelho de Portalegre pertence, e que oferecem descontos aos sócios, mediante a apresentação do cartão de sócio.

    - Hotéis
     - Solares
    - Turismo Rural

     

     

     

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