Peniche

Pesca e boas ondas

Peniche, concelho litoral próximo de Óbidos e quase tão pleno de história, é um concelho cuja economia se baseia na pesca e consequente indústria de conservas. É também uma zona de veraneio, com belíssimas praias, algumas muito procuradas pelas suas qualidades terapêuticas, pela acumulação de iodo.

Peniche reúne, nas suas praias, os amantes do surf, mesmo fora da época estival. O concelho de Peniche dispõe de um grande número de belas praias, situadas a norte e sul da península onde a cidade está instalada e cuja orla é, na sua maior parte, rochosa.

A Praia da Consolação é a mais procurada – a sua localização, numa enseada aberta, com grande concentração de iodo e exposição ao sol são muito benéficas para o tratamento de problemas de ossos e reumáticos. De acordo com os especialistas, são condições únicas em toda a Europa, o que faz com que muitos visitantes acorram ao seu extenso areal e fortaleza.

  • Onde?

    A cidade de Peniche, fica numa península, cujo extremo ocidental é o Cabo Carvoeiro, com o seu farol e, nas imediações, impressionantes rochedos torneados pela erosão, ao longo de milhares de anos e que tomaram formas surpreendentes, como o geomonumento da Ponta do Trovão, formação que se pensa datar do Jurássico Inferior, isto é de há 183 milhões de anos e cuja foto está abaixo. Ao largo e um pouco mais a norte, pode ver-se o arquipélago das Berlengas, com as ilhas da Berlenga, Estelas e Farilhões que constituem, simultaneamente, a Reserva Natural das Berlengas. Na ilha da Berlenga, há edificações, nomeadamente o Forte de S. João Baptista, do séc. XVII, que está classificado como Monumento Nacional
    O Concelho de Peniche, dispõe também de uma considerável linha de costa, a maior parte da qual arenosa, o que faz com que disponha também de belas e longas praias, algumas com boas propriedades terapêuticas.

    Peniche - Ponta do Trovão                       Peniche-Forte S. João Baptista-Berlenga

  • O quê?

    Peniche é um concelho do litoral, desde sempre dedicado à pesca e que foi acompanhando a evolução dos tempos, estando hoje também muito virado para o turismo, não só baseado nas belas praias de que o concelho dispõe, mas acolhendo de bom grado todos os que se dedicam ao surf e se deslocam para todas estas praias, para o praticarem.
    Simultaneamente, muito tem sido feito para dar a conhecer todos os elementos do património cultural do concelho, tendo sido criado o Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia, que se dedica a estudar, valorizar e dar a conhecer todo o património histórico, não só de Atouguia da Baleia, como de todo o Concelho de Peniche.

    Peniche - Lg. de Nª Srª da Conceição                   Peniche - Pelourinho de Atouguia da Baleia

    Atouguia da Baleia, freguesia do concelho de Peniche, desempenhou papel preponderante na História do País e da Região daí a existência da referida instituição, destinada a dar a conhecer e preservar essa mesma História :

    -O porto de Tauria existia já no tempo em que os Lusitanos ocupavam a Ibéria, muito antes da ocupação romana. Este porto de Tauria era o “centro comercial” da costa, entre os rios Douro e Tejo, protegido a norte pelo Baleal, então uma ilha, e pela península de Phenícies (Peniche), constituindo, simultaneamente uma “baía-lagoa-porto”, que foi utilizado por todos os que navegavam ao longo da costa atlântica. Os habitantes da região, vendiam / trocavam os produtos da terra, que era fértil.
    O nome Tauria, vinha da existência de touros selvagens na península de Peniche, ali ao lado. Tauria do latim arcaico, evoluiu para Atouguia e, mais tarde, passou a Atouguia da Baleia – o maior porto comercial da Lusitânia. Nem os Romanos, nem os Mouros, que invadiram a Lusitânia, prejudicaram muito esta região, porque centravam o seu comércio e navegação no Mediterrâneo.
    D. Afonso Henriques dá o primeiro foral a Atouguia da Baleia, confirmado pelos seus sucessores. D. Dinis criou a Câmara Municipal e incentivou a pesca e o comércio marítimo e terrestre. Como lá se deslocava muitas vezes, mandou construir, em Serra d’El-Rei, o Paço da Serra, em estilo gótico medieval, que foi sendo utilizados por todos os reis, depois dele.
    A Rainha Stª Isabel também teve grande influência em toda esta região, assim como D. João I, D. Duarte, D. Manuel – até os “Filipes” tiveram a sua intervenção na região.
    Atouguia da Baleia deixou de ser Concelho em finais do séc. XIX embora tenha continuado a ter o seu lugar nas Cortes. Só em 1836, D. Maria II extingue definitivamente o concelho de Atouguia e cria o de Peniche.
     

  • Património a descobrir

    Peniche
    - Fortaleza de Peniche
    – foi mandada construir por D. João III, em 1557 e concluída em 1645, já no reinado de D. João IV. Destaca-se, na fortaleza o Baluarte Redondo e a Torre de Vigia. Esta construção teve várias utilizações, ao longo da sua história – praça militar de grande importância estratégica, até 1897, abrigo de refugiados Boers, da África do Sul, no início do séc. XX, residência de prisioneiros alemães e austríacos, durante a primeira Guerra Mundial e, como é bem conhecido, prisão de segurança máxima, para presos políticos, durante o Estado Novo, isto é, entre 1934 e 1974. A partir desta data e até 1984, albergou famílias regressadas das antigas colónias ultramarinas. Hoje a Fortaleza de Peniche alberga o Museu Municipal, que perpetua a sua atribulada “vivência”…

    Peniche - a Fortaleza

    - Fonte do Rosário – data dos Séc. XVI ou XVII e foi construída para atender às necessidades da terra, de água potável. Foi restaurada no Séc. XVIII. Neste momento não está aberta ao público.

    Peniche - Fonte do Rosário

    - Gruta da Furninha – fica na costa Sul da Península de Peniche e é uma cavidade natural que, pelos vestígios encontrados, terá sido ocupada como abrigo e necrópole. Aqui foram encontrados vestígios tais como utensílios em osso e várias peças em cerâmica neolítica, como os célebres vasos de suspensão da Gruta da Furninha
    - Igreja de S. Pedro – está situada no centro histórico da cidade e é o maior templo existente. Data do Séc, XVI, tem três naves, com vários altares nas naves laterais, consagrados a Nª Srª da Boa Viagem, ao Sr. do Bonfim ou S. Pedro de Alcântara. A Capela mor é barroca, magnífica, decorada com talha dourada , tendo várias colunas dorsas e também várias pinturas setecentistas, representando a vida do padroeiro, S. Pedro.

    Peniche -Igreja de S. Pedro

    - Igreja da Misericórdia – data do Séc. XVII e é pertença da Stª Casa da Misericórdia de Peniche e fica junto ao antigo Hospital da Misericórdia. No interior apresenta belos painéis de azulejos seiscentistas e, nas paredes, pinturas a óleo, de grandes dimensões, versando acontecimentos evangélicos. O tecto é decorado com 55 caixotões ilustrados com cenas do Novo Testamento, Livro dos Actos e Apocalipse. Existe ainda, nesta igreja, coleções de pinturas de Josefa d’Óbidos e de Baltazar Gomes Figueira

    Peniche - Igreja da Misericórdia

    - Santuário de Nª Srª dos Remédios – a Capela de Nª Srª dos Remédios fica junto à costa, no estremo ocidental da Península e é a base do Santuário consagrado ao culto mariano. Pensa-se que data do Séx. XVI. De acordo com a lenda, a imagem de Nº Srª terá sido encontrada no séc. XII, escondida numa pequena caverna, no local onde hoje se ergue a capela – o culto à chamada Srª dos Remédios terá sido iniciado nessa altura – as peregrinações anuais, os círios, a devoção dos locais terá levado à criação de um santuário, com a capela e a praça fronteira. No interior a capela tem a imagem de Nº Srª; nas paredes, painéis de azulejos setecentistas, evicando episódios da Paixão de Cristo. Há também uma capelinha, chamada do Sr, Morto, onde se venera uma imagem de Cristo, apelidada de Sr. dos Remédios.

    Peniche - Santuário de Nª Srª dos Remédios

    - Igreja de Nª Srª da Ajuda – data do séc. XVI e é o templo mais antigo da cidade de Peniche. A adoração de Nª Srª da Ajuda tem origem numa lenda de acordo com a qual a imagem da Virgem terá sido encontrada numa gruta, na pequena península da Papoa (pegada a Peniche). A imagem terá sido objeto de culto na antiga igreja de S. Vicente, até à edificação do seu próprio santuário, no séc. XVI.
    É de uma só nave, com teto de abóbada, pintado com elementos decorativos, em tons de vermelho e castanho-escuro. A igreja tem também painéis de azulejos, com representação de episódios da vida da Virgem; teto da capela-mor coberto de caixotões pintados com cenas religiosas¸retábulos de talha dolurada dos séc. XVII e XVIII, no altar-mor e altares laterais; várias esculturas em madeira.

    Peniche - Igrejaq de Nª Srª da Ajuda

    Atouguia da Baleia
    - Touril de Atouguia da Baleia – data do Séc. XVIII e, como o nome indica, seria usado para lides tauromáquicas, pela nobreza, que muitas vezes ficava hospedada no Paço da Serra d’El Rei, ali próximo. Fica em frente da Igreja de Nª Srª da Conceição e o que resta são esteios de pedra, cravados no chão. Estes esteios, com os característicos três orifícios, delimitavam a arena. Este touril é um dos raros e mais antigos existentes em Portugal.


    Peniche - Touril de Atouguia da Baleia

    - Igreja de Nª Srª da Conceição – em Atouguia da Baleia, data do Séc. XVII, em estilo barroco, construído com as esmolas da população e de algumas figuras da nobreza. No interior destaca-se a Capela-Mor, em mármore de várias tonalidades, o altar de talha dourada com uma imagem seiscentista da padroeira e as pias de água benta, em mármore da Arrábida esculpidas em forma de concha.

    Peniche - Igr. Nª Srª da Conceição - Atouguia da Baleia

    - Igreja de S. Leonardo – em Atouguia da Baleia, é a Igreja mais antiga do Concelho, data do Séc. XII, de estilo gótico, apresenta um belo portal em ogiva. De salientar o portal, em ogiva, rematado por capitéis com figuras mitológicas estilizadas e também a rosácea e a torre sineira. O interior tem três naves, divididas por arcadas ogivais. Na capela-mor, sã visíveis retábulos e pinturas quinhentistas e o túmulo do 1º conde de Atouguia – D. Álvaro Gonçalves de Ataíde. Também merece menção o frontal do altar, em calcário e baixo relevo, representando a Natividade.

    Peniche - Igr. S. Leonardo - Atouguia da Baleia

    - Igreja de S. José – esta igreja foi anteriormente devotada a Nª Srª da Graça, tendo a alteração de orago tido lugar no início do séc. XIX – a igreja foi construída no séc. XV, contemporânea do Convento de S. Bernardino e da criação da Ordem Terceira de S. Francisco. A igreja foi renovada ou, pensa-se, construída noutro local em 1747 tendo uma planta octogonal, de arquitetura barroca. Teve obras de conservação e restauro do altar-mor, na última década. De notar – retábulo do altar-mor com talha polícroma e com folha de ouro; escultura de S. José, ladeada por outras de S. francisco de Assis e Stª Bárbara

    Peniche - Igreja de S. José - Atouguia da Baleia

    - Igreja da Misericórdia - foi edificada pela Santa Casa da Misericórdia de Atouguia da Baleia, instituição fundada em 1544. A Igreja é um belo exemplar da arquitetura maneiristas, de uma só nave, com decoração austera. Belo Altar-mor, cadeiral, teto pintado apresentando o escudo de Portugal restaurado, adotado pelas Misericórdias; a igreja tem também belos painéis de azulejos seiscentistas

    Peniche - Igr. da Misericórdia - Atouguia da Baleia

    Consolação
    - Igreja de Nª Srª da Consolação – fica em frente ao forte do mesmo nome e data do séc. XVIII. A obra da Igreja foi da responsabilidade de um engenheiro militar e ela foi erguida perto do local onde terá havido uma outra ermida. Tem uma longa nave, facto que se justificava por ter muita afluência durante os Círios de Freiria (Torres Vedras) e Gradil (Mafra) que eram aqui celebrados. Tem azulejos azuis e brancos alusivos à vida de Nª Senhora

    Peniche - Igr. de Nª Srª da Consolação - Consolação

    - Forte de Nª Srª da Consolação – na Praia da Consolação, mandado construir em 1641, por D. João IV, faz parte da política de então de defesa e fortificação da linha costeira desta região, após a Restauração. Este forte, edificado sobre o cerro de Nª Srª da Consolação, sobranceiro à baía, tinha uma potente artilharia e fazia, com a Fortaleza de Peniche, frente a qualquer desembarque naquela baía.

    Peniche - Forte da Consolação - Consolação

    Serra d’El-Rei
    - Igreja de S. Sebastião
    – setecentista, estilo maneirista, tem uma única nave e coro alto. O interior é revestido de painéis de azulejos, azuis e brancos, mostrando episódios da vida do santo e, na capela-mor, tem azulejos com temas da Eucaristia. O altar-mor é em talha dourada com imagens de S. Sebastião, S. Caetano e do Arcanjo Gabriel. O teto é coberto por caixotões.

    Peniche - Igr. de S. Sebastião - Serra d'El-Rei

    Ferrel
    - Ermida de Stº Estêvão
    – fica na península do Baleal e é um pequeno templo edificado na rocha que datará do séc. XVI ou XVII. Tem fachada simples e interior de uma só nave, onde são venerados Stº Estêvão e Nª Srª das Mercês – a imagem desta santa está ligada a uma interessante lenda. No interior tem revestimento de azulejos seiscentista e setecentistas

    Peniche - Ermida de Stº Estêvão - Ferrel

    Arquipélago das Berlengas
    A Ilha da Berlenga
    , bem como todo o arquipélago, ficam na rota marítima que liga o norte ao sul da Europa o que fez com que nas águas próximas (fundeadouro das Berlengas), tenham sido encontrados vestígios das viagens e do comércio marítimos, desde ânforas em pedra do período fenício-púnico, a cepos de âncoras em chumbo, ânforas da época romana, e ainda peças de artilharia, tipo falconete em bronze, estas do séc. XV, segundo se pensa. Desde 2001, estas águas têm sido investigadas, “passadas a pente fino”, com bons resultados para os investigadores e para o nosso conhecimento…
    O arquipélago das Berlengas, com belos afloramentos rochosos, de épocas diferentes e muito distantes no tempo, tem um papel importante, também para as aves que aí repousam, nas suas migrações. Outras, aí nidificam, sobretudo as marinhas, uma vez que encontram alimento no mar à volta.
    Para além das aves, alguns répteis fazem destas ilhas o seu habitat, assim como alguns mamíferos, como o coelho bravo e o rato preto.

    Peniche - Ilha da Berlenga

    A vegetação é rasteira, havendo cerca de 100 espécies diferentes.
    Dos locais que não se deve deixar de visitar são de referir.
    - as grutas da Flandres, da Inês, do Brandal, a Azul, do Muxinga, da Lagosteira, e também
    - a Cova do Sonho, o Forte de S. João Baptista, o Farol do Duque de Bragança, a Cabeça do Elefante e o Carreiro do Mosteiro.
    Para a visita ao Arquipélago, deverá sempre seguir-se os conselhos e indicações dos acompanhantes e organizadores das ligações por barco, que podem ser marcadas no Posto de Turismo ou através do site www.viamar-berlenga.com

    Ilha da Berlenga
    - Forte de S. João Baptista
    – este Forte fica situado na Ilha da Berlenga, hoje mais fácil de atingir. Foi mandado edificar em 1651, por D. João IV, tendo sido concluído em 1656. Foi construído para defender a ilha da ocupação de corsários e potências inimigas e sofreu, poucos anos após a construção, um ataque por parte de uma esquadra espanhola, composta por catorze naus e uma caravela. Tendo embora uma guarnição de 20 elementos os portugueses resistiram e infringiram bastantes danos à esquadra espanhola mas, por fim tiveram de capitular, por falta de mantimentos e munições.

    Peniche - Forte S. João Baptista - Berlenga

  • Gastronomia

    Peniche é um concelho piscatório por excelência e, aliado a essa faina, instalou a indústria conserveira que, hoje é continuada por três fábricas que produzem, anualmente, milhões de latas de conserva de sardinha, que são escoadas para os mercados interno e externo.
    Os achados arqueológicos na zona do Concelho de Peniche provam que, já no tempo dos romanos se procedia à conserva de sardinhas, que era transportado em ânforas, entre os séc. I e IV d.C. Numa dessas escavações foi encontrado, no Morraçal da Ajuda, em Peniche, um complexo oleiro da época romana que seria o fornecedor de ânforas para transportar as conservas de sardinhas. Estes achados provam que a indústria conserveira é realmente muito antiga, nesta região.
    A Câmara de Peniche decidiu promover os pontos de interesse turístico do Concelho através da impressão de imagens dos mesmos nas latas de conserva de sardinha. Os visitantes podem adquirir estas latas de conserva em vários sítios, como o Posto de Turismo e, assim, levar não só a boa sardinha penichense, como uma boa imagem do seu património.

    Peniche - Conservas e Património                     Peniche - a variedade de Peixe

    A gastronomia é rica e variada, com especial relevo para o peixe, destacando-se a Caldeirada e a Sardinha assada, tão procurada nos meses de Verão. Todos os anos, nos meses de Maio e Junho, tem lugar o Festival Sabores do Mar que alia à mostra gastronómica, a de artesanato e muita animação. Mas, há também doçaria, da qual podemos distinguir os Pastéis de Peniche, os Amigos de Peniche e os biscoitos chamados “ESSES” de Peniche.

    Peniche - Caldeirada     Peniche - A bela Sardinha assada     Peniche - os Esses

  • Feiras, Festas e Romarias

    - Dia Nacional do Pescador – entre maio e junho  – Peniche
    - Festa de Nª Srª da Boa Viagem – final de julho/início de agosto, com procissão noturna dos barcos engalanados – Peniche.
    - Festa em Honra de Nª Srª da Guia – a partir de 5 de agosto – Ferrel - Peniche
    - Mostra Internacional de Rendas de Bilros – entre julho e agosto - Peniche
    Do artesanato do concelho temos de destacar as Rendas de Bilros, caraterísticas desta região. Durante esta mostra será homenageada a Rendilheira.
    Existem também feiras mensais, muito apreciadas.
    Para melhor se conhecer todo o Concelho é possível, nos meses de Verão (junho/setembro) tomar o Comboio Turístico, para percorrer a Península e as Praias da Consolação e Baleal. O percurso denominado “Itinerários Históricos na Península de Peniche”, é uma visita guiada, no Comboio Turístico.

    Peniche - a renda de bilros              Peniche - Monumento à Rendilheira

  • Acessos e Distâncias
    LISBOA  102 km PORTO  264 km
    Aveiro  200 km Guarda  304 km
    Beja  264 km Leiria   84 km
    Braga  314 km Portalegre  218 km
    Bragança  434 km Santarém   74 km
    Castelo Branco  211 km Setúbal  135 km
    Coimbra  156 km Viana do Castelo  335 km
    Évora  220 km Vila Real  346 km
    Faro  364 km  Viseu  241 km
  • Itinerários Possíveis

    Itinerário 1
    Peniche (A) – Atouguia da Baleia (B) – Baleal (C) – Ferrel (D) – Praia d’El-Rei (E) – Peniche (F)

    Visita de Peniche, e de todo o seu património. Visita também de Atouguia da Baleia, a sua história e os seus monumentos, Baleal, Ferrel e a Praia d’El-Rei

    Total de km – 48 km
    Tempo de percurso – 55 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Peniche - Itinerário 1

    Itinerário 2
    Peniche (A )– Serra d’El-Rei (B) – Pó (C) – S. Bartolomeu (D) – Praia de S. Bernardino (E) – Praia da Consolação (F) – Peniche (G)
    Apreciar o património de Peniche e das outras localidades , bem como os benefícios das praias, como as da Consolação, com as suas caraterísticas especiais

    Total de km – 53 km
    Tempo de percurso – 1 hora e 7 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Peniche - Itinerário 2

    Itinerário 3 - Península de Peniche e eventual deslocação às Berlengas
    Percorrer a Península de Peniche e apreciar as formações rochosas
    A Visita às Berlengas tem de ser marcada previamente

    Total de km – 7 km
    Tempo de percurso – 49 minutos, só o tempo de condução, à volta da península
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Peniche - Itinerário 3

  • Parceiros ACP

    PARCEIROS ACP
    Abaixo estão os links para todos os parceiros existentes no Distrito de Leiria, a que Peniche pertence, e que oferecem descontos aos sócios, mediante a apresentação do cartão de sócio.

    Hotéis
    - Solares
    Restaurantes 

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