Lancia Gamma com versão coupé continuam simbolos do mais puro design italiano

| Revista ACP

Para diferentes segmentos, os dois modelos foram apresentados em simultâneo no Salão de Genebra em 1976.

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Luxo e conforto definiam o Lancia Gamma, o novo modelo na marca que não desiludiu público e imprensa da especialidade quando foi revelado no Salão de Genebra em 1976, ao lado da versão coupé proposta pela Pinifarina com desenho de Aldo Brovarone. Conceituado designer de automóveis responsável pela criação de icónicos modelos, como o Ferrari Dino 206/246 GT ou o Peugeot 504.

A produção do Lancia Gamma, teve como principal objetivo rivalizar com os fabricantes alemães, através do seu design inovador e aerodinâmico, mas também pelo desempenho que oferecia ao equipar um totalmente novo motor boxter de quatro cilindros e 2,5 litros, que atingia os 140 cv de potência.

Paralelamente, a marca desenvolveu o Lancia Gamma Coupé, um elegante “grand tourer” de duas portas e três volumes, de linhas marcantes que acentuavam a sua elegância e precisão em termos de design. De tal forma que esta versão ameaçava ofuscar o sedan original, mais tido como um modelo para clientes executivos. Para contrariar essa tendência, a marca decidiu fazê-lo chegar às concessionárias um ano depois do lançamento do Lancia Gamma, permitindo que a elegante versão de quatro portas se tornasse mais popular.

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Cinquenta anos depois da sua estreia, o Lancia Gamma continua uma referência estilística para a marca. Não é por acaso que o Gamma Coupé é um dos nove ícones da marca que sustentam a nova era da Lancia: do Aurelia ao Flaminia, do Fulvia ao Beta HPE, do Gamma ao Delta e do Stratos ao 037. Modelos bastante diversos em termos de estética, da mais harmoniosa à mais radical, que no seu conjunto continuam a expressar o carácter inconfundível do design italiano.

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