A escalada no preço dos combustíveis em Portugal tem gerado forte indignação por parte de diversas áreas da sociedade, pelo impacto negativo que isso implica na economia.
Desta vez são os empresários dos setores de extração de materiais, terraplanagem, escavação e transporte de terras, que resolveram unir-se para um protesto que envolve uma marcha lenta com pelo menos 400 camiões num percurso que começa no concelho de Paredes e termina em Coimbra.
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Ao todo são 140 quilómetros de percurso a passar nas A42, A41 e A1, naquele que já é apelidado de Movimento Marcha Lenta e que conta com a adesão de pelo menos uma centena de empresas, em que a escalada de preços, sobretudo do gasóleo, está a ter um impacto direto nas suas atividades profissionais. O protesto arranca às 07:30 da manhã, de 25 de setembro.