Um conjunto de automobilistas, através do WhatsApp, mobilizaram esta segunda-feira, 7 de setembro, cerca de 100 veículos para uma marcha lenta em Sines, na zona dos acessos à refinaria da Petrogal, em Sines, para assinalar o descontentamento com o aumento do preço dos combustíveis.
Esta marcha lenta chegou a provocar uma fila de 10 quilómetros no IC33, de acordo com as autoridades.
A marcha lenta automóvel provocou ainda constrangimentos na EN120, entre São Torpes e Sines, e na A26, entre Santo André e Sines, assim como no troço que liga Santiago do Cacém a Sines.
“A adesão é bastante grande, mas estamos ainda à espera de uma maior adesão, da parte da tarde”, afirmou Rúben Marques, empresário e um dos dinamizadores do protesto, em declarações aos jornalistas, em Sines.
Segundo os promotores, a marcha lenta, que teve início às 08:10, vai prolongar-se “no mínimo por 24 horas” e pretende exigir a redução do preço dos combustíveis.
Além da redução “para 50%” do Imposto Sobre Produtos Petrolíferos (ISP) e de “23 para 6%” do IVA, os automobilistas reivindicam “a ausência total da taxa de carbono”.
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