Táxis alvo de fiscalização que resultou em 67 infrações

| Revista ACP

Várias infrações foram detetadas numa operação levada a cabo pela Polícia de Segurança Pública.

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A Polícia de Segurança Pública (PSP) detetou na terça-feira, dia 25 de agosto, 67 infrações relacionadas com a atividade dos táxis numa operação de fiscalização rodoviária realizada nas chegadas do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, foi hoje anunciado. Em comunicado, o Comando Metropolitano de Lisboa adianta que no âmbito da ação foram fiscalizados cerca de uma centena de táxis, tendo resultado em 32 infrações por “colocação indevida de taxímetro”, de um total de 67.

Entre as infrações detetadas, outras oito dizem respeito a falta de CMT (Certificado de Motorista de Táxi), seis a falta de documentos obrigatórios, seis a extintores fora do prazo de validade, três a falta de inspeção e três a “falta de Grupo 2 do motorista de táxi” (certificação obrigatória na carta de condução para condutores de táxis).

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A PSP detetou ainda duas infrações por aferição de taxímetro fora de validade, duas por veículo de táxi em mau estado de conservação, uma pelo não uso de sistemas de retenção, uma por falta de seguro, uma por condução sob influência do álcool e uma por estacionamento em parque privativo.

Foram ainda emitidos dois avisos de apresentação de documentos e foi dado cumprimento a dois pedidos de diligência externos que pendiam sobre um dos condutores.

A Associação Nacional dos Transportes Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) criticou a operação de fiscalização no aeroporto de Lisboa, considerando que o aparato e a imobilização dos carros dão uma imagem do país “muito degradante e assustadora”.

“A ANTRAL nada tem contra a realização de ações de fiscalização. Porém, realizadas desta forma, com passageiros já dentro dos veículos e neste local específico, criando um ‘show’ mediático que apenas serve para prejudicar a vida de utentes, a imagem do país e do setor, têm as mesmas, naturalmente, de merecer o seu repúdio”, referiu, em comunicado. A associação adiantou ainda ter pedido uma reunião ao ministro da Administração Interna, Luís Neves.

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