A Câmara do Porto vai apresentar até ao final do ano uma nova política de estacionamento, que prevê reduzir o número de lugares à superfície e dar prioridade aos residentes.
A autarquia pretende também rever as diferenças existentes entre freguesias na quantidade de lugares reservados a moradores.
O município não prevê aumentar o número de lugares de estacionamento à superfície. A intenção é reduzi-los e criar mais parques de estacionamento, enterrados ou em altura.
A Câmara está ainda a trabalhar juridicamente para que os residentes possam ter tarifas de estacionamento mais baixas do que quem se desloca ao Porto a partir de outros municípios.
Está também em estudo a possibilidade de implementar um plano para pedonalizar o centro histórico. O município reconhece, contudo, que o trânsito automóvel não poderá ser retirado de toda a zona, nomeadamente devido à importância do túnel da Ribeira na ligação da cidade.
Outra das intenções anunciadas é acabar com o estacionamento automóvel na zona da Alfândega.
A autarquia está ainda a trabalhar na criação de cinco novas Zonas de Acesso Automóvel Condicionado (ZAAC), na Sé, Bonjardim, Miguel Bombarda, Batalha e Tito Fontes. Estas vão juntar-se às cinco já existentes: Carmelitas, Cedofeita, Flores, Ribeira e Santa Catarina.
Na rede de transporte público, estão previstos mais seis quilómetros de corredores BUS até ao final do ano. O município quer também instalar, começando pela Avenida Fernão de Magalhães, semáforos com sensores que detetem a aproximação dos autocarros e lhes deem prioridade.
A Rede 30 está a ser alargada a várias zonas residenciais e locais onde se regista um elevado número de acidentes. Para o início de 2027 está previsto o lançamento de um concurso público para adquirir um sistema de controlo de velocidade através de radares.
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