O primeiro carro de António Martins da Cruz

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O primeiro carro de António Martins da Cruz

"O ACP é sinónimo de fiabilidade e credibilidade."

António Martins da Cruz (sócio no 35478) recorda o seu Austin 850, um carro muito em voga na época mas depois as preferências foram para a marca MG.

 

Qual foi o seu primeiro carro?

Um BMC – Austin 850 quando estava no segundo ano da Faculdade de Direito. O meu pai teve que fazer um seguro de carta, porque em 1965 só podia ter carta de condução quem fosse maior de idade (21 anos).

Era o que queria ou foi o possível na altura?

Era o carro da moda na altura. Anos depois, troquei-o por um MG 1300 e quando entrei na carreira diplomática por um MG – B.

Ainda se lembra dele?

Claro. Mas não tenho saudades de nenhum dos carros. Foram carros para a época em que os tive. Vivi em vários países e desde um “buggy” em Moçambique, um Pontiac Transam no Egipto (igual ao carro que falava na série da TV), e vários BMW’s na Suíça e na Bélgica ia trocando conforme mudava de país.

Qual é o seu carro de sonho?

O Mercedes S que é o que conduzo hoje. Também gostei muito de um dos anteriores, um Jaguar XJ Sovereign.

Teve alguma aventura ao volante ?

Recordo duas. Quando sucedeu o Maio de 68 e fui com um amigo de carro até Paris. Em França estava tudo em greve. Comprámos em San Sebastian vários jerricans que enchemos de gasolina para poder chegar até Paris. Infelizmente, regressámos dias depois porque as universidades não tinham parado em Lisboa e havia exames em junho. E as viagens nas pistas do deserto, no Egipto. Com os cuidados a ter quando soprava o “Khamsin”, o vento do deserto, que trazia as tempestades de areia. Se não se cobria o automóvel, os vidros ficavam baços e não era possível continuar. E a pintura estragada. Mas valia a pena ir para o deserto.

Costuma ter percalços na estrada?

O único percalço recente que me lembro foi há meses em Lisboa, não consegui arrancar do estacionamento com o carro da minha mulher.

E chamou a assistência em viagem?

Imediatamente. O pronto-socorro do ACP chegou em 10 minutos ao Saldanha, onde estava. E cinco minutos depois arrancava com o problema resolvido.

 

Como sócio, o ACP é sinónimo de...

Fiabilidade, credibilidade, informações oportunas, serviços múltiplos, grande Equipa, grande Presidente.

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