Óbidos

Refúgio de rainhas

Óbidos possui uma localização privilegiada, junto ao mar, com os braços da Lagoa de Óbidos muito próximos. Condições que favoreceram a sua ocupação, desde o Paleolítico, passando pelos Celtiberos, os Fenícios e os Romanos que desenvolveram a cidade e lhe deram o nome de Eburobrittium. Hoje, promove vários eventos e festivais que lhe dão vida e ao seu património monumental.

Outros povos ocuparam a região, tendo Óbidos sido conquistada aos mouros, em 1148, por D. Afonso Henriques, com o apoio de Gonçalo Mendes da Maia.

D. Dinis ofereceu a cidade a sua esposa, a Rainha D. Isabel, como prenda de casamento. Desde então ficou a Vila pertença da Casa da Rainha, extinta em 1834. Por ali passaram todas as Rainhas de Portugal, deixando cada uma os benefícios que entendeu. Dona Catarina mandou construir o aqueduto e chafarizes.

A reforma administrativa de D. Manuel I dá novo foral a Óbidos em 1513, procedendo a imensas requalificações urbanas. O terramoto de 1755 fez muitos estragos em Óbidos, deitando abaixo partes da muralha, alguns templos e edifícios que, ao serem reconstruídos, sofreram modificações nas respetivas traças árabes e medievais.

A Guerra Peninsular teve também aqui as suas batalhas, entre as quais a de Roliça, situado no termo de Óbidos.

  • Onde?

    Óbidos fica na região Oeste, como já dito, próximo do mar e de Peniche, com a Lagoa mesmo nome ali tão perto. Ao lado e para o interior, fica Caldas da Rainha e toda a região rica na produção em fruta, maçãs, peras, pêssegos, cada um na sua época própria. Claro que hoje em dia a fruta é devidamente tratada e conservada, nas redes de frio que permitem que se desfrute delas por mais tempo, não só na época áurea do seu amadurecimento.
    Peniche e a Lagoa de Óbidos providenciam o bom e fresco peixe…
    Muito próximo, belas praias podem proporcionar agradáveis momentos, mesmo quando a temperatura não convida a um mergulho, porque só a proximidade do mar é agradável.

    Óbidos e as praias do concelho

  • O quê?

    Ruínas da cidade de Eburobrittium – era uma cidade que, de acordo com o autor romano do Séc. I Plínio o Velho, ficava entre Collipo (Leiria) e Ollisipo (Lisboa) e que nunca foi encontrada até que, em 1994, foi posta a descoberto pelas obras das A8 e A15, na região. Com os dados entretanto obtidos, concluiu-se que a cidade se desenvolveu a partir do Séc. I a.C. e se manteve até ao Séc. V d.C. Estendia-se entre as “civitas” de Collipo, Olisipo e Scallabis (Santarém). Foi uma cidade aberta, sem muralhas defensivas, o que levou ao seu abandono, com o declínio do Império Romano. As posteriores preocupações defensivas e alterações de ordem geográfica, como o recuo das águas da Lagoa, levaram à reinstalação do novo burgo, onde hoje está Óbidos – admite-se que materiais da cidade romana tenham sido usados nos edifícios de Óbidos.

    Pensa-se que o castelo de Óbidos tenha sido construído, originalmente, pelos romanos, sobre os restos de um castro existente no local. Os mouros fortificaram-nos e D. Afonso Henriques conquistou-lho, em 1148. Foi sendo reparado e ampliado. No reinado de D. Manuel foi alterado, pelo seu alcaide, que mandou construir um Paço, com janelas manuelinas. Este Paço foi muito danificado pelo terramoto de 1755 e recuperado já no séc. XX, para albergar a Pousada, a primeira em edifício histórico.

    Óbidos - o Castelo                Óbidos - Rua Direita                      

  • Património a descobrir

    Óbidos
    - O Cruzeiro da Memória é um singelo monumento da época (a conquista de D. Afonso Henriques), mais tarde restaurado. Óbidos pertenceu ao pentágono defensivo (dos cinco castelos), do centro do reino, idealizado pelos Templários.
    - Castelo de Óbidos é, segundo se pensa, de origem romana, assente em Castro. Foi, posteriormente fortificado, pelos árabes e, após conquistado pelos cristãos sofreu várias reparações e ampliações, até que, no reinado de D. Manuel I o seu alcaide constrói um Paço e altera também partes do castelo. No Paço dos Alcaides existem belas janelas manuelinas, dando para o interior do pátio. Desta altura é a chaminé existente na sala principal e o portal encimado pelas armas reais e da família Noronha, tendo de cada lado, esferas armilares. O Paço foi muito danificado pelo terramoto de 1755 e foi restaurado no Séc. XX para lá ser instalada a 1ª Pousada em edifícios históricos.

    Óbidos - Castelo

    - São importantes na vila, pela sua beleza, a Porta da Vila, A Porta do Vale ou da Senhora da Graça, a Rua Direita, que mantém esta designação desde o Séc. XIV e que liga a Porta da Vila ao Paço dos Alcaides – Nos Sécs. XVI e XVII a Rua Direita sofreu grandes alterações, tendo ficado tapados alguns dos antigos portais góticos das casas. Abaixo temos as fotos das duas portas.

    Óbidos - Porta da Vila          Óbidos - Porta de Nª Srª da Graça ou do Vale

    - Igreja de Stª Maria, Igreja Matriz, que remonta ao período da ocupação visigótica, passou por mesquita, na ocupação moura e foi posteriormente sagrada por D. Afonso Henriques. Foi profundamente reformada pela Rainha D. Leonor, a partir de finais do Séc. XV, altura em que foi acrescentada a torre sineira. Destaca-se, no exterior o portal maneirista encimado pela imagem de Nª Srª da Assunção, padroeira da paróquia. No interior, de três naves, merecem referência as colunas toscanas ricamente decoradas, os tetos de pinturas policromas datadas de 1676, os painéis de azulejos azuis e brancos, Séc. XVII, das paredes. Na capela mor, revestida de azulejos azuis e amarelos, pode admirar-se retábulo de talha maneirista com cenas da Vida da Virgem. Num dos altares laterais, podem ver-se telas de Josefa de Óbidos. No outro pode ver-se o túmulo renascentista, MN, de D. João de Noronha, Alcaide-Mor de Óbidos, e de sua mulher – obra em pedra de Ançã, do Séc. XVI.

    Óbidos - Igr. de Stª Maria                     Óbidos - Igr. de Stª Maria

    - Igrejas de S. Pedro, de S. Tiago e da Misericórdia, a Capela de S. Martinho

    Óbidos - Igr. de S. Tiago

    - Pelourinho
    , na Praça de Stª Maria, por cima do Chafariz, consta de uma coluna de pedra, representativa do poder municipal, com as armas reais e o camaroeiro símbolo da Rainha D. Leonor. Pensa-se que, em tempos terá estado instalado frente à Casa da Câmara, antigamente junto à Igreja de Stª Maria

    Óbidos - Pelourinho

    - Telheiro, na Praça de Stª Maria. O Telheiro serviu de mercado da Vila, até ao início do Séc. XX.
    - Museu Paroquial – Igreja de S. João Baptista, tem origem em 1309, quando a Rainha Santa Isabel mandou construir, fora de portas, uma leprosaria, com Capela dedicada a S. Vicente. Foi posteriormente muito alterada, com a integração na Santa Casa da Misericórdia de Óbidos, fundada no Séc. XVI. Em 1636 passa para esta Igreja a sede da paróquia de S. João Baptista do Mocharro, até então sediada na Igreja do mesmo nome, existente fora das muralhas. Esse facto obriga a novas obras e trabalhos de remodelação, nomeadamente a abóbada da capela-mor. Mais tarde, foi muito afetada pelo terramoto de 1755, seguindo-se obras de reconstrução, de que datam a torre sineira e o retábulo da capela-mor, em talha rococó, com uma tela representando S. João Baptista
    - Museu Municipal – foi inaugurado em 1970, como consequência de algumas exposições que tiveram lugar em Óbidos, nomeadamente a Exposição de Arte Sacra, em 1954 e a Evocação de Josefa d’Óbidos, em 1959 e também, com o encerramento do Museu Regional, instalado na Capela Gótica de S. Martinho, que detinha uma coleção de arqueologia e fragmentos arquitetónicos, a maior parte pertencentes ao Coronel Luis Torquato Freitas Garcia. O Museu tem, como exposição permanente, obras que retratam a produção artística e a devoção religiosa da história da Vila. Destaca-se a coleção de pintura dos Sécs. XVI e XVII, com obras de André Reinoso e Josefa d’Óbidos.

    JOSEFA D’ÓBIDOS – nasceu em Sevilha, em 1630, era filha do pintor português Baltazar Gomes Figueira, de Óbidos, para onde a família se mudou quando ela tinha 6 anos. Foi levada para um Convento, em Coimbra, onde executa a sua primeira obra de arte – uma representação de Stª Catarina, em 1646.
    Josefa não se adapta à vida no Convento e instala-se em Óbidos, trabalhando em pintura, inicialmente, com o pai e depois sozinha, ganhando fama nacional e internacional. Impôs-se numa atividade essencialmente masculina, destacando-se entre as poucas mulheres, pintoras, suas contemporâneas. Morreu em Óbidos, em 1684, tendo deixado vasta obra, espalhada pelo País e estrangeiro. Alguma foi danificada pelo terramoto de 1755. Hoje em dia está presente, em Óbidos, na Igreja de Stª Maria, em Cascais, na Igreja Matriz e nos Museus Machado de Castro, em Coimbra e Soares dos Reis, no Porto. A Academia de Belas Artes, em Lisboa, tem também um dos seus quadros.
    Em 1653 ilustrou os Estatutos da Universidade de Coimbra, cuja Carta Magna de Privilégios tinha sido publicada em 1309 – com esta o poder político outorga à Universidade de Coimbra os estatutos para a sua organização e governo. Em 1772, no reinado de D. José I, foram aprovados os Estatutos Pombalinos.


    Óbidos - Quadrtos de Josefa d'Óbidos                 Óbidos - Quadrtos de Josefa d'Óbido

    Fora de portas, encontramos:
    - a Ermida de Nª Srª do Carmo
    , em que existem lápides com inscrições romanas
    - a Ermida de Nª Srª de Monserrate, com azulejos do Séc. XVII
    - o Aqueduto, de 3 km de comprimento, foi mandado construir por D. Catarina de Áustria, mulher de D. João II que, em troca, recebeu toda a várzea que passou a ser conhecida por Várzea da Rainha
    - o Santuário do Senhor Jesus da Pedra – data de 1747, de configuração exterior cilíndrica, tem, no interior três capelas.

    Gaeiras
    - Casa das Gaeiras – construída em 1772, por um alemão de Hamburgo que detinha o monopólio dos curtumes em Portugal. Posteriormente, em 1780, foi comprada por um médico da família Silva Pinheiro, médico do reino e administrador do Real Hospital das Caldas da Rainha. Sofreu várias remodelação, ao longo dos tempos e tem um belo jardim, onde no Verão se pode apreciar ópera

    Óbidos - Casa de Gaeiras - Gaeiras

    - Capela de S. Marcos, construída no Séc. XIX
    - Convento de S. Miguel – com a igreja de S. Miguel, interior de azulejos azuis e brancos que retratam a vida de S. Francisco e de Stº António e um retábulo do altar-mor em talha dourada.
    - Igreja de Nª Srª da Ajuda, do Séc. XVIII
    - Moinhos de vento – espalhados pelos montes em redor
    - Quinta das Janelas – em Vale das Flores, foi construída no Séc. XVII. Destaca-se a Capela de Nª Srª do Desterro e pelas instalações termais existentes na propriedade.

    Olho Marinho – o nome marinho está, pensa-se, ligado à existência de um mar interior, na zona. Mas, Olho Marinho, está sim relacionado com Olhos d’Água, nascente já reconhecida pelos romanos. Outros defendem que o topónimo terá surgido no séc. IX, por influência árabe. Para outros é simplesmente a tradição popular… A visitar a gruta conhecida por Cova da Moura, uma das mais importantes em Portugal, onde foi encontrado muito espólio arqueológico.

    Óbidos - Olho Marinho

    A-dos-Negros
    - Igreja Matriz de Stª Madalena – tem, de importante a Pia Baptismal, manuelina e a da Água Benta, em pedra lavrada, quinhentista

    Óbidos - A-dos-Negros

    Amoreira
    - Igreja Matriz de Nª Srª de Aboboriz
    – com bela galilé, data do início da monarquia tendo sofrido muitos danos com o terramoto de 1755.

    Óbidos - Amoreira

    - Ermida de Jesus Maria e José ou Capela da Amoreira, do Séc. XVIII
    - Cruzeiro, também do Séc. XVIII
    - Moinhos de Vento, bem conservados, estando um deles em funcionamento
    - Quintas Senhoriais, várias na área da freguesia

    Vau
    - Igreja de Nª Srª da Piedade – foi construída na altura em que Vau pertencia a outra freguesia, S. João de Mocharro, agora extinta. Era uma pequena Ermida, cujo orago era Stº António. Foi restaurada e ampliada, após o terramoto de 1755, tendo o retábulo sido pintado por Josefa d’Óbidos.

    Óbidos - Vau -Igr. Nª Srª da Piedade

    - Capela do Bom Sucesso, na Quinta do mesmo nome

    Óbidos - Capela e Qtª do Bom Sucesso

    - Moinhos de Vento, dos quais dois bem preservados.
    - Sítio da Cabana – fica próximo da Capela do Bom Sucesso e teria, no meio de um bosque, uma comprida mesa de pedra lavrada, com bancos corridos, também de pedra, onde muitos dos nossos Reis teriam jantado depois de caçadas aos galeirões. Ali existem uma série de padrões com inscrições registando a estadia, naquelas paragens de reis e príncipes. Eis um exemplo dessas inscrições: - “O Sereníssimo e Feliz Restaurador deste Reino, El Rei D. João IV jantou nesta cabana em catorze de Setembro de 1645”; D. João V, em 1714, D. José, em 1761, D. Maria em 1782 e D. Pedro V, em 1860, são outras das visitas registadas.

  • Gastronomia

    A Lagoa de Óbidos, ali ao lado, fornece bom peixe e a caldeirada é um dos pratos típicos da zona. As enguias fritas e o ensopado de enguias fazem também as delícias de quem por lá passa… para sobremesa, as trouxas de ovos e lampreias de Gaeiras, alcaides, pegadas e pastéis de Moura. Mas é na fruta que esta região é especialista, por causa do seu microclima – maçã, laranja e a pera rocha do Oeste, sobretudo na freguesia de Usseira que detém o maior centro de frio do País.
    O mesmo microclima influencia a vinha e a consequente produção de vinho, como o de Gaeiras, havendo, por isso, a Região Demarcada de Óbidos.
    Temos ainda a típica, tradicional e famosa ginja de Óbidos, conjugação da bela fruta da zona (ginja) com aguardente, eventualmente destilada a partir dos vinhos da Região…

  • Feiras, Festas e Romarias

    - Festa do Senhor dos Aflitos – 6 de Janeiro – Dagorda
    - Festa de Stº Amaro – 15 de Janeiro – Sancheira Pequena
    - Romaria de Stº Antão – 17 de Janeiro - Óbidos - festa em honra do santo protetor dos animais. Festeja-se na Ermida de Stº Antão, que fica num cabeço frente a Óbidos. Durante a romaria, manda a tradição que se coma o “chouriço assado”, oferecido em ação de graças, ao Santo.
    - Festa de S. Sebastião (dos Velhos) – 20 de Janeiro – Sobral da Lagoa
    - Festa em honra do Mártir S. Sebastião – 20 Janeiro – Casais da Areia
    - Festa de Nª Srª da Graça – 2 de Fevereiro – Óbidos, no Largo de Stª Maria
    - Festas religiosas da Semana Santa – Março / Abril – Óbidos
    - Festival Internacional do Chocolate – entre Março e Abril, em Óbidos,  com realização de concursos, de receitas de chocolate, esculturas em chocolate, tudo em chocolate, exceto os concertos.
    - Festa e Feira de Stª Cruz – 3 de Maio – Óbidos – festa religiosa e feira da doçaria tradicional, roupas,quinquilharias, artigos de lavoura e gado
    - Festa de S. Sebastião (dos Novos) – 2º domingo de Maio – Sobral da Lagoa
    - Festa do Sr. Da Pedra – 5ª Feira da Ascensão – Carregal
    - Festa do Divino Espírito Santo – Domingo de Pentecostes - Sancheira
    - Festa e Feira de Stº António – 12 e 13 de Junho – Olho Marinho e Dagorda (dia 13 só)
    - Festa de S. Pedro – 29 de Junho – Óbidos
    - Festa e Feira de Stª Maria Madalena – 21 e 22 de Julho – A-dos-Negros
    - Festa de Nª Srª do Bom Sucesso – um domingo de Agosto – Bom Sucesso
    - Festa do Sagrado Coração de Maria – último domingo de Agosto – Olho Marinho
    - Festa de Nª Srª do Rosário – Agosto / Setembro – Usseira
    - Festa de Nª Srª de Aboboriz – 1º domingo de Setembro - Amoreira
    - Festa e Feira de Nª Srª da Ajuda – 8 de Setembro – Gaeiras
    - Festa de Sant’Ana – um domingo de Setembro – Pinhal
    - Festa e Feira de Stª Iria – 20 de Outubro – Óbidos
    - Festa de Stº André – 30 de Novembro – Arelho
    - Festa de Nª Srª da Conceição – 8 Dezembro – Sobral da Lagoa
    - Festa de Stª Luzia – 13 de Dezembro – Usseira
    - Festa de Nª Srª da Piedade – 18 de Dezembro – Vau
    - Festa do Menino Jesus – 25 Dezembro – Gracieira
    - Festa de Nª Srª da Luz – 28 Dezembro – Bairro da Srª da Luz
    - Óbidos Vila Natal – todos os anos, de início de Dezembro aos primeiros dias de Janeiro, Óbidos transforma-se em Vila Natal, um espaço de diversão e de cultura. Daqueles, podemos distinguir a pista de gelo, rampa de gelo junto à cerca do Castelo. Todos os dias do certame haverá espetáculos, de vária índole, oficinas de Natal para crianças, exposição de Pais Natal e,  várias formas de entretenimento espalhadas pela vila.
    Não podemos esquecer o Bar de Gelo – um espaço, em forma de iglo, em gelo, quer paredes, quer mobiliário. A temperatura varia entre os -5º C e -7º C e, para a suportar, é distribuído, à entrada, casaco e luvas. Há ginja de Óbidos.

  • Acessos e Distâncias
    LISBOA  86 km PORTO  241 km
    Aveiro 177 km Guarda  282 km
    Beja 248 km Leiria   61 km
    Braga 294 km Portalegre  198 km
    Bragança 411 km Santarém   53 km
    Castelo Branco 190 km Setúbal  119 km
    Coimbra 133 km Viana do Castelo  313 km
    Évora 203 km Vila Real  324 km
    Faro 346 km  Viseu  220 km
  • Itinerários Possíveis

    Itinerário 1
    Óbidos (A) – Vau (B) – Bom Sucesso (C) – Foz do Arelho (D) – Óbidos (E)
    Visita de Óbidos e do seu património, bem como do de Bom Sucesso que fica fronteiro a Foz do Arelho e o de Vau. A vista do mar e das praias é também muito agradável

    Total de km – 76 km, considerando a ida a Bom Sucesso
    Tempo de percurso – à partida 1h26, só considerado o tempo de condução.
    Estradas – por auto estrada, estradas nacionais e municipais.

    Óbidos - Itinerário 1

    Itinerário 2
    Óbidos (A) – Gaeiras (B) – A-dos-Negros (C) – Usseira (D) – Óbidos (E)

    Continuando a apreciar o património de Óbidos, pode dar-se uma fugida a Gaeiras e A-dos-Negros e Usseira, para apreciar os seus monumentos e igrejas e a paisagem.

    Total de km – 23 km
    Tempo de percurso – 31 minutos, só considerado o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Óbidos - Itinerário 2

    I
    tinenerário 3
    Óbidos (A) – Usseira (B) – Camarnais (C) – Olho Marinho (D) – Amoreira (E) – Óbidos (F)
    Continuando com o que há a ver e fazer em Óbidos, ficará sempre bem uma visitinha a Amoreira e Olho Marinho

    Total de km – 27 km
    Tempo de percurso – 36 minutos, só considerado o tempo de condução
    Estradas – por estradas municipais

    Óbidos - Itinerário 3 

  • Parceiros ACP

    PARCEIROS ACP
    Abaixo estão os links para todos os parceiros existentes no Distrito de Leiria, a que Óbidos pertence, e que oferecem descontos aos sócios, mediante a apresentação do cartão de sócio.

    - Hotéis
     - Solares
    - Restaurantes 

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