Greve nos combustíveis: haja ou não, tudo a postos

Não se sabe se vai haver greve ou não, o desfecho pode ser uma surpresa. Neste momento, a greve está iminente e convém preparar-se serenamente, sem alarmismos e cumprindo a lei.

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Ainda não atestou?

É o conselho que todos dão, mas não é demais repetir; atestar atempadamente é o básico. Não o fazer pode resultar em tempo perdido: uma exasperante busca dos postos com combustível seguida de horas de espera em longas filas. Tudo o que quer evitar. E atestar atempadamente não é na véspera.

Tática segura: os melhores contentores de combustível são os veículos

Se tem vários veículos, ateste todos e use um. Os depósitos dos veículos são os melhores contentores de combustível, seguros e preparados para o efeito.

Se tem apenas um veículo, use os de familiares e amigos. Há quem tenha carro, moto ou barco e esteja fora ou não precise de os usar nesta época. Atestem todos os veículos e combinem quais os que funcionarão como reserva estratégica.

Pensou em armazenar combustível? Não vá por aí…

Para quem vai de férias de carro ou de moto, a preocupação é redobrada - a ida, o durante, o regresso – e faz surgir ideias tentadoras, como comprar jerricãs e guardá-los na garagem. Má escolha.

O transporte permitido de combustível é limitado e o armazenamento em garagens é proibido. Nas arrecadações dos edifícios também é proibido armazenar gasolina (líquidos combustíveis cujo ponto de inflamação seja inferior a 21º C) e apenas permitido armazenar 10 litros de gasóleo (limite máximos para os líquidos combustíveis cujo ponto de inflamação esteja compreendido entre 21 e 55º C).

São as regras do artigo 209º da Portaria N.º 1532/08 e convém não as ignorar.

Os combustíveis são matérias perigosas. Não é boa ideia transportar pouco e armazenar ilegalmente. Os riscos e as sanções são demasiado grandes.

Dispensa e frigorífico: serenidade e bom senso

Com os serviços mínimos declarados para o transporte de bens alimentares, não é provável que haja ruturas sensíveis. Se optar por reforçar bens alimentares de longa duração, não exagere.

Se todos acorrerem aos supermercados e abastecerem em triplicado, o efeito é o de agravar as consequências: mais necessidade de reabastecimento numa altura em que o abastecimento está garantido a 75%.

Eco-condução, sempre

Todas as alturas são boas para relembrar, mas esta é particularmente oportuna. Algumas regras simples de condução baixam o consumo de combustível.

Tais como a manutenção em dia e a pressão adequada dos pneus, manter a distância de segurança entre veículos de modo a evitar acelerações e travagens bruscas, usar o ar condicionado com moderação, aproveitar as descidas com o carro engatado numa mudança alta sem tocar no acelerador, ou saltar mudanças quando possível (por ex. de 3ª para 5ª).

Mantenha-se informado, saber é poder

Além de seguir as notícias sobre a evolução dos acontecimentos, mantenha-se atento à informação disponível online sobre quais os postos com combustível. Desde sites novos aos próprios sites das empresas de combustível, é provável que surjam vários canais.

Pelo ACP, será também dado realce à informação disponibilizada pela BP para que os sócios abasteçam mantendo o seu desconto.

Para já, no site da ENSE - Entidade Nacional para o Setor Energético está acessível a informação sobre os postos que constituem a REPA – a Rede de Emergência de Postos de Abastecimento.

“Volta ao Mundo em 800 dias” é, como o nome indica, um livro de viagens de autoria de Francisco Sande e Castro, que foi apresentado no ACP um dos parceiros desta grande aventura.

O livro relata a experiência do autor numa volta ao mundo, percorrendo 140 mil quilómetros e com passagem por 62 países ao longo de 800 dias.

Esta edição é dedicada à primeira parte da viagem, entre Portugal e Timor, com o lançamento de um segundo livro dedicado ao resto da viagem, previsto para o próximo ano.

“Volta ao Mundo em 800 dias” é, como o nome indica, um livro de viagens de autoria de Francisco Sande e Castro, que foi apresentado no ACP um dos parceiros desta grande aventura.

O livro relata a experiência do autor numa volta ao mundo, percorrendo 140 mil quilómetros e com passagem por 62 países ao longo de 800 dias.

Esta edição é dedicada à primeira parte da viagem, entre Portugal e Timor, com o lançamento de um segundo livro dedicado ao resto da viagem, previsto para o próximo ano.

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