História do Automóvel Club de Portugal

Mais de um século a defender o automobilista

O Automóvel Club de Portugal é uma Instituição de Utilidade Pública, fundada em 1903, sendo hoje reconhecido como o maior clube português. A sua história tem acompanhado de muito perto a evolução da situação política e social do País, sempre na defesa do automóvel e do automobilista.

2004

A Revista do ACP completou 75 anos de existência em Janeiro desse ano, tornando-se a mais antiga publicação da especialidade em Portugal.

2006

A Revista ACP foi totalmente renovada, tendo o meio de comunicação oficial do Automóvel Club de Portugal alterado de forma profunda a sua linha gráfica e editorial. O Automóvel Club de Portugal esteve na génese da criação do Museu da Miniatura Automóvel em Gouveia.

Foi inaugurado o novo Centro de Exames no Carregado.

Foi ainda anunciado o regresso do Rally de Portugal ao Campeonato do Mundo da especialidade.

2007

O clube lançou-se numa nova área de negócio – a venda de carros usados -  com os sites ACP Autos (portal de informação, comparação e aconselhamento sobre a compra de automóveis novos) e  ACP Usados.

Foi assinado um acordo de troca de participações entre o ACP e a corretora de seguros Villas-Boas de forma a criar o maior grupo português de corretagem de seguros.

O Automóvel Club de Portugal tornou-se indiscutivelmente no maior clube português, ultrapassando a fasquia dos 200 mil sócios.

2008

O ACP assinou uma parceria com o Grupo Barraqueiro e Easy Bus, empresa especializada no transporte personalizado de crianças, para oferecer um serviço de transporte de crianças, muito solicitado pelos Sócios.

O Governo atribuíu ao ACP a Medalha de Mérito Turístico

Carlos Barbosa, presidente do ACP, foi nomeado pela Assembleia Geral da FIA representante da FIA para o desporto automóvel junto da Comissão Europeia.

O ACP apresentou o parecer “Concertação e deficit de concorrência no mercado dos combustíveis” e enviou para Neelie Kroes, comissária da concorrência da Comissão Europeia, uma queixa sobre a falta de concorrência no mercado de combustíveis português.

Em Fevereiro o clube lançou uma petição denominada “Não pague o que não deve” para mudar as regras do registo automóvel para que a tributação do Imposto Único de Circulação fosse mais justa. A 6 de Maio, com a publicação do Decreto-Lei nº 78/2008, foi feita justiça às denúncias do ACP.

2009

A Federação Internacional do Automóvel (FIA) atribuiu ao ACP o “Legal & Consumer Affairs Award 2009” pela sua campanha para alteração da lei do registo automóvel e conquistou o segundo lugar, em conjunto com o Automóvel Clube da Áustria (OAMTC), pela campanha pública de denúncia da falta de competitividade na fixação dos preços dos combustíveis.

Morreu José Megre, conhecido como o “Pai de Todo-o-Tereno em Portugal” e colaborador do ACP para esta modalidade.

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, recebeu Carlos Barbosa. Na agenda estiveram vários assuntos como o mercado combustíveis em Portugal e na Europa e o investimento em infra-estruturas rodoviárias europeias.

O ACP abriu uma nova delegação, em Viana do Castelo.

O presidente da FIA, Max Mosley, visitou Portugal a convite do presidente do ACP. Foram ambos recebidos pelo Presidente da República, Cavaco Silva, em audiência e posteriormente acompanharam no Algarve o Vodafone Rally de Portugal, pontuável de novo para o WRC.

A 23 de Outubro, Carlos Barbosa foi eleito vice-presidente da Federação Internacional do Automóvel (FIA) para a Mobilidade e Turismo, durante a Assembleia-Geral da organização, em Paris, com a escolha para presidente nos próximos quatro anos a recair em Jean Todt.